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Corrida da Justiça e Cidadania une esporte e solidariedade em Rondonópolis

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A juíza diretora do Foro de Rondonópolis, Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni, entregou, nesta sexta-feira (8 de agosto), o convite oficial da 1ª Corrida da Justiça e Cidadania ao presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, à vice-presidente do TJMT, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, e ao corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Lindote.

Ao receber o convite, o presidente do TJMT ressaltou a relevância da iniciativa e elogiou o trabalho desenvolvido pela magistrada à frente do Fórum de Rondonópolis.

“Essa interação do Judiciário com a sociedade vem demonstrar que a participação é necessária. A magistratura precisa estar presente em todos os momentos, em todas as ações sociais, e, inclusive, com o resultado dessa corrida que tem um cunho beneficente para uma entidade que realmente precisa de suporte. É um trabalho de filantropia invejável”, destacou Zuquim.

A juíza explicou que o evento une prática esportiva, cidadania e solidariedade.

“É uma corrida muito especial, porque é totalmente voltada para a cidadania, integração do Poder Judiciário com a sociedade, estímulo à atividade física pelos nossos servidores e, o mais importante, é 100% beneficente. Fiz questão de vir pessoalmente convidar o presidente, o corregedor e a vice-presidente para que conheçam o caráter solidário e integrador da corrida e, se possível, participem”, afirmou.

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Ela acrescentou que, além da prova de rua, haverá ações sociais abertas à população no pátio do Fórum, como orientações de cartórios de registro, serviços da Vara Ambiental e da Vara da Infância e Juventude, exposições da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal, Polícia Civil, Militar e do BOPE, além da apresentação dos cães farejadores da Polícia Federal, trilhas ecológicas e campanhas de prevenção à violência doméstica.

O evento será realizado no dia 17 de agosto, com percurso de 7 quilômetros, e largada às 6h30, em frente ao Fórum. O objetivo é arrecadar alimentos e recursos para a Casa do Bom Samaritano, instituição que oferece alimentação, higiene e cidadania a pessoas em situação de vulnerabilidade.

A logística prevê postos de hidratação, atendimento médico e premiação em dinheiro: R$ 3 mil para o 1º colocado, R$ 1 mil para o 2º e R$ 500 para o 3º, além de medalhas e troféus. O trajeto passará pelas ruas Rio Branco, Padre Anchieta, Otávio Pitaluga e São Salvador.

Embora as inscrições já estejam encerradas, a juíza lembra que a comunidade pode participar levando alimentos não perecíveis para a Diretoria do Foro, que serão repassados à Casa do Bom Samaritano.

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A 1ª Corrida da Justiça e Cidadania é organizada pelo Fórum de Rondonópolis, com apoio da Federação de Atletismo de Mato Grosso, órgãos de segurança pública, empresas locais e secretarias municipais, reforçando o compromisso do Judiciário com a aproximação da sociedade e o incentivo a hábitos saudáveis.

Autor: Flávia Borges

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT amplia Rede de Enfrentamento e fortalece proteção às mulheres em Campinápolis

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A expansão da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar em Mato Grosso segue avançando, consolidando o trabalho do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na articulação de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres. Nesta sexta-feira (24), uma nova unidade foi instalada no município de Campinápolis, por meio da atuação da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.

A Rede tem como principal objetivo garantir uma resposta estatal integrada, superando a fragmentação histórica no atendimento às vítimas. Conforme explica a juíza da Comarca de Campinápolis, Michele Cristina Ribeiro de Oliveira, a proposta é assegurar que a mulher não precise mais percorrer, sozinha, diferentes instituições sem conexão entre si.

“O que se busca é uma atuação articulada e contínua, em que saúde, segurança pública, assistência social, educação e o sistema de justiça atuem de forma coordenada, garantindo prevenção, assistência, proteção e responsabilização, além da reeducação do agressor”, destacou a magistrada.

A iniciativa materializa, no âmbito local, o que já está previsto na Lei Maria da Penha: o enfrentamento à violência doméstica exige ação conjunta entre os entes federativos e suas estruturas. Com isso, o TJMT fortalece sua atuação como indutor de políticas públicas e garante maior efetividade na proteção das vítimas.

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Além de integrar serviços, a Rede também atua como um canal institucional de escuta qualificada. Demandas que antes eram tratadas de forma isolada passam a revelar falhas estruturais, permitindo a construção de soluções concretas, como fluxos padronizados, protocolos conjuntos e capacitações intersetoriais.

Na prática, essa atuação integrada resulta em respostas mais rápidas e eficazes, reduzindo a revitimização, a demora no atendimento e a desarticulação entre os órgãos. “Nenhuma instituição sozinha consegue enxergar todo o ciclo da violência. A integração transforma a proteção em realidade concreta”, pontuou a juíza.

Também foi anunciada, durante a instalação da Rede, a implantação do Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência Doméstica e Familiar na comarca. A medida, prevista na Lei Maria da Penha, reforça a atuação do Judiciário não apenas na responsabilização, mas também na prevenção da reincidência.

Os grupos funcionam como espaços de diálogo e conscientização, promovendo a reconstrução de condutas. “Punir sem reeducar é, muitas vezes, devolver à sociedade o mesmo homem. O ciclo da violência só é interrompido quando o Estado atua também na transformação de quem agride”, ressaltou a magistrada.

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Mato Grosso se destaca como estado pioneiro na implementação desses grupos, com iniciativas tomadas ainda em 2021, antes mesmo das diretrizes nacionais. A ação está alinhada à Recomendação nº 124/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais a instituírem programas de reflexão e sensibilização de agressores.

Com a implantação da unidade em Campinápolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e com a construção de uma Rede efetiva, capaz de transformar realidades e romper ciclos de violência em todo o estado.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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