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Entidades sociais já podem se cadastrar para receber recursos na Comarca de Arenápolis

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Instituições públicas e privadas com atuação social já podem se inscrever para receber recursos financeiros provenientes de prestações pecuniárias na Comarca de Arenápolis. A medida, prevista no Edital 3/2026, busca apoiar projetos que beneficiem diretamente a comunidade local.

A convocação foi publicada pelo juiz de Direito e diretor do foro, Leonardo Lúcio Santos. Os valores disponíveis são oriundos de pagamentos determinados em processos judiciais como alternativa ao cumprimento de pena privativa de liberdade, suspensão condicional do processo ou acordos firmados em ações penais.

O objetivo é destinar esses recursos para entidades que desenvolvam ações sociais de interesse público, contribuindo para o fortalecimento de projetos voltados, principalmente, à promoção do desenvolvimento humano e comunitário.

Podem participar instituições sem fins lucrativos que tenham pelo menos um ano de funcionamento, sede própria na comarca e atuação contínua em áreas como assistência social a crianças e adolescentes, ressocialização de jovens em conflito com a lei, acolhimento de pessoas em cumprimento de prestação de serviços à comunidade e atendimento a usuários de substâncias psicoativas.

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Não podem se inscrever empresas com fins lucrativos, instituições de ensino regulares, organizações internacionais, fundações empresariais e entidades que já mantenham convênios com outras instâncias do Poder Judiciário, entre outras restrições previstas no edital.

As inscrições devem ser realizadas entre os dias 23 de março e 23 de abril de 2026, por meio do envio de documentação e formulário específico preenchido para o e-mail [email protected]. Após o prazo de cadastro, será feita visita técnica às instituições para verificação das informações apresentadas. As entidades com cadastro aprovado deverão, posteriormente, apresentar projetos detalhados para concorrer ao apoio financeiro.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última sexta-feira (13 de março), na página 23.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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