Tribunal de Justiça de MT

Órgão Especial do TJMT aprova remoção de 10 juízes (as)

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) aprovou, em sessão ordinária administrativa realizada nesta quinta-feira (22), a remoção de 10 magistrados (as) para varas das comarcas, pelos critérios de merecimento e antiguidade.

Confira a lista das remoções aprovadas pelos desembargadores:

O juiz Tibério de Lucena Batista foi removido para a 2ª Vara da Comarca da Alta Floresta, pelo critério de merecimento.

O juiz Vagner Dupim Dias foi removido para a 5ª Vara da Comarca de Tangará da Serra, pelo critério de antiguidade.

A juíza Angela Maria Janczeski Goes foi removida para a 1ª Vara Cível da Comarca de Tangará da Serra, pelo critério de merecimento.

O juiz Juliano Hermont Hermes da Silva foi removido para a Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Várzea Grande, pelo critério de merecimento.

O juiz João Zibordi Lara foi removido para a 2ª Vara da Comarca de Peixoto de Azevedo, pelo critério de merecimento.

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A juíza Natália Paranzini Gorni Janene foi removida para a Vara Única da Comarca de Matupá, pelo critério de merecimento.

O juiz Luís Otávio Tonello dos Santos foi removido para a Vara Única da Comarca de Alto Taquari, pelo critério de merecimento.

O juiz Guilherme Leite Roniz foi removido para 1ª Vara da Comarca de Peixoto de Azevedo, pelo critério de merecimento.

O juiz Alex Ferreira Dourado foi removido para a 2ª Vara da Comarca de Canarana, pelo critério de antiguidade.

O juiz Romeu da Cunha Gomes foi removido para a Vara Única da Comarca de Itiquira, pelo critério de merecimento.

Autor: Bruno Vicente

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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