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Presidente José Zuquim é designado para integrar Comitê Gestor Nacional de Sustentabilidade no CNJ

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O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, foi designado para integrar o Comitê Gestor Nacional de Sustentabilidade do Poder Judiciário, representando o Comitê Gestor Regional do Centro-Oeste.
A nomeação consta na Portaria nº 320/2025, assinada pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin

O Comitê é responsável por propor diretrizes, incentivar a implementação de políticas de sustentabilidade, monitorar os resultados e divulgar as ações realizadas em todo o país.

O desembargador José Zuquim atuará ao lado de magistrados, advogados, acadêmicos e especialistas em sustentabilidade de diversas regiões do Brasil.
“Sinto-me honrado e empolgado em colaborar com profissionais altamente qualificados e levar a contribuição do Judiciário mato-grossense, que sempre buscou atuar de forma comprometida com todas as dimensões da sustentabilidade — ambiental, social e institucional. Assim como fomos convidados a cooperar com o CNJ, acredito que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso também colherá bons frutos dessa integração nacional”, destacou o presidente do TJMT.
Os Comitês Gestores de Sustentabilidade, tanto o Nacional quanto os Regionais, integram a Rede de Sustentabilidade do Poder Judiciário Brasileiro, que reúne tribunais de todo o país. Em Mato Grosso, a rede é composta pelo TJMT, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), o Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23) e a Justiça Federal (TRF1 – Seção Judiciária de Mato Grosso).
Trajetória de pioneirismo ambiental
A trajetória do desembargador José Zuquim Nogueira é marcada pelo pioneirismo em matéria ambiental. Ele foi o primeiro magistrado a atuar no Juizado Volante Ambiental (Juvam), criado em 2004 em Cuiabá, o primeiro do gênero no Brasil, iniciativa que rendeu ao TJMT o Prêmio Innovare.
Zuquim recorda que a criação do Juvam transformou a atuação do Judiciário na área ambiental.
“Até então, o juiz apenas aguardava ser provocado. Com o Juvam, fomos a campo, identificamos os danos e buscamos transformar o agressor em parceiro na preservação do meio ambiente”, relembra.
Sustentabilidade como compromisso institucional
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso também tem se destacado por suas ações sustentáveis. Desde 2017, o Programa Verde Novo promove o reflorestamento urbano, com o plantio de mais de 230 mil mudas de árvores frutíferas e nativas do Cerrado. Além disso, o Tribunal conta com um Núcleo de Sustentabilidade, responsável pela execução do Plano de Logística Sustentável (PLS) e do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS).
Essas iniciativas reafirmam o compromisso do Judiciário mato-grossense com uma gestão inovadora, eficiente, transparente e ambientalmente responsável, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às diretrizes do CNJ.

Autor: Assessoria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de Mato Grosso inicia programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais

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O Poder Judiciário de Mato Grosso iniciou nesta segunda-feira (15) a programação da III Semana Nacional dos Juizados Especiais. Preparadas por meio do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (DAJE), vinculado à Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT), as atividades incluem capacitação, reconhecimento de boas práticas e discussões sobre o presente e futuro dos Juizados Especiais.

Colocando em pauta o tema “Fortalecer os Juizados Especiais é fortalecer a Justiça”, a mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça e operacionalizada pelos tribunais segue até a próxima sexta-feira (19). Em Mato Grosso, a abertura da programação foi realizada no Complexo dos Juizados Especiais Desembargador José Silvério Gomes, em Cuiabá.

Em sua fala aos mais de setecentos participantes, entre presenciais e virtuais, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira fez questão de agradecer todos os integrantes do sistema de juizados pela dedicação e amor empenhados diariamente. Segundo ele, esse é um sistema que potencializa o atendimento das demandas reprimidas.

“Demandas reprimidas exigem prontidão, comprometimento e celeridade. Vivemos um tempo em que não se admite mais um juiz dentro de uma redoma. Deve haver participação na sociedade, para que nós possamos fortalecer todo o nosso sistema judiciário. Por isso, externo aos integrantes dos Juizados Especiais a minha gratidão e alegria de participar deste momento”, disse Zuquim.

Pioneirismo

O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote enfatizou a importância dos Juizados Especiais para a sociedade e para o Judiciário. Nesse contexto, apontou que Mato Grosso sempre foi pioneiro, sendo um dos primeiros no país a implantar esse modelo e se destacando desde que o sistema ainda era chamado de “Juizado de Pequenas Causas”.

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“Essa é a porta de entrada do cidadão no Judiciário. É onde se julga a maioria das ações sem custos e de pequenos valores. É um modelo que garante acesso a todos os cidadãos, principalmente os mais carentes, resolvendo problemas que, às vezes, são pequenos para o Judiciário, mas de valor inestimável para as pessoas que recebem a prestação do serviço”, comentou.

Para o presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais de Mato Grosso, desembargador Sebastião de Arruda Almeida, a Semana Nacional permite um momento de reflexão sobre o passado e o futuro. “O valor que os Juizados Especiais alcançaram é graças ao trabalho de pioneirismo, resistência e por vontade que esse sistema tivesse a dimensão que hoje tem”, lembrou o desembargador.

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, um dos entusiastas dos Juizados Especiais, reforçou a importância desse trabalho. “Continuem acreditando nos Juizados Especiais, pois muitas pessoas precisam dessa prestação jurisdicional. E, muitas vezes, não é só ação, é uma comunicação, é uma conversa com essas pessoas que a gente resolve o caso dela”, afirmou.

Programação

A programação contou com palestras ministradas por juízes e juízas que atuam nos Juizados Especiais de Mato Grosso. Também foram apresentados projetos como o Programa de Acolhimento e Formação Inicial dos Estagiários, a Exposição Permanente dos Juizados Especiais, o Espaço Colaborativo dos Juízes Leigos e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania dos Juizados Especiais do Estado de Mato Grosso (Cejusc dos Juizados Especiais Estadual).

Além disso, foi inaugurada a exposição, que se tornará permanente, “Juizados Especiais de Cuiabá”, que conta com arquivos físicos, equipamentos, togas e outros materiais que contam a história dos Juizados Especiais de Mato Grosso. Também fez parte das atividades desta segunda-feira o lançamento do livro “Uma Justiça, Muitos Brasis”, que tem como coautora a juíza Patrícia Ceni, do Juizado Especial do Torcedor de Cuiabá.

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“O CNJ fez com que nacionalmente fosse realizada, nesta semana, a III Semana Nacional dos Juizados Especiais. É um evento que nos traz grandes reflexões e várias atividades estão sendo implementadas. Temos treinamentos com conciliadores, melhoria nos espaços dos juízes leigos, reuniões e divulgação dos nossos trabalhos”, relatou a dirigente do Complexo dos Juizados Especiais, juíza Valdeci Moraes Siqueira.

Registro de presenças

Participaram da solenidade de abertura o presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Roberto Kono, a desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o coordenador do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, juiz Érico de Almeida Duarte, a presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), Jaqueline Cherulli, juízes auxiliares da Presidência do TJMT, juízes auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça e a defensora pública-geral do Estado de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro.

Também fizeram pronunciamentos de forma virtual o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e a conselheira Andréa Cunha Esmeraldo, coordenadora do Comitê Nacional dos Juizados Especiais (Conaje/CNJ).

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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