Tribunal de Justiça de MT

Veja o trajeto da caminhada de 2 km que será percorrido na 7ª Corrida do Judiciário

Publicado em

Com o intuito de promover a integração entre diferentes públicos, a 7ª Corrida do Judiciário terá também a modalidade de caminhada em um percurso de 2 km. A iniciativa assegura oportunidade de participação para toda a sociedade. Veja abaixo o trajeto que será percorrido.
A largada acontecerá às 6h, em frente ao Fórum de Cuiabá, que também foi escolhido como o local de chegada.
A prova de rua é realizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, em parceria com a Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), com o objetivo de promover saúde, bem-estar e integração social.
Além da caminhada, os atletas também enfrentarão percursos de 5 km e 10 km.
Premiação e reconhecimentos
10 km (público geral): R$ 800,00 (1º), R$ 600,00 (2º) e R$ 400,00 (3º).
5 km (público geral): R$ 600,00 (1º), R$ 400,00 (2º) e R$ 200,00 (3º).
Medalha especial ao(à) 1º colocado(a), masculino e feminino, de cada faixa etária, nas modalidades público geral e servidor ou magistrado do TJMT.
Atleta PCD que chegar em primeiro lugar em sua categoria recebe troféu.

Autor: Bruno Vicente

Leia Também:  Comarca de Nova Canaã do Norte completa 21 anos nesta terça-feira

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

TJMT amplia Rede de Enfrentamento e fortalece proteção às mulheres em Campinápolis

Published

on

A expansão da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar em Mato Grosso segue avançando, consolidando o trabalho do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na articulação de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres. Nesta sexta-feira (24), uma nova unidade foi instalada no município de Campinápolis, por meio da atuação da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), coordenada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.

A Rede tem como principal objetivo garantir uma resposta estatal integrada, superando a fragmentação histórica no atendimento às vítimas. Conforme explica a juíza da Comarca de Campinápolis, Michele Cristina Ribeiro de Oliveira, a proposta é assegurar que a mulher não precise mais percorrer, sozinha, diferentes instituições sem conexão entre si.

“O que se busca é uma atuação articulada e contínua, em que saúde, segurança pública, assistência social, educação e o sistema de justiça atuem de forma coordenada, garantindo prevenção, assistência, proteção e responsabilização, além da reeducação do agressor”, destacou a magistrada.

A iniciativa materializa, no âmbito local, o que já está previsto na Lei Maria da Penha: o enfrentamento à violência doméstica exige ação conjunta entre os entes federativos e suas estruturas. Com isso, o TJMT fortalece sua atuação como indutor de políticas públicas e garante maior efetividade na proteção das vítimas.

Leia Também:  Fórum Nacional de Juizados Especiais apresentará exemplo de boa prática

Além de integrar serviços, a Rede também atua como um canal institucional de escuta qualificada. Demandas que antes eram tratadas de forma isolada passam a revelar falhas estruturais, permitindo a construção de soluções concretas, como fluxos padronizados, protocolos conjuntos e capacitações intersetoriais.

Na prática, essa atuação integrada resulta em respostas mais rápidas e eficazes, reduzindo a revitimização, a demora no atendimento e a desarticulação entre os órgãos. “Nenhuma instituição sozinha consegue enxergar todo o ciclo da violência. A integração transforma a proteção em realidade concreta”, pontuou a juíza.

Também foi anunciada, durante a instalação da Rede, a implantação do Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência Doméstica e Familiar na comarca. A medida, prevista na Lei Maria da Penha, reforça a atuação do Judiciário não apenas na responsabilização, mas também na prevenção da reincidência.

Os grupos funcionam como espaços de diálogo e conscientização, promovendo a reconstrução de condutas. “Punir sem reeducar é, muitas vezes, devolver à sociedade o mesmo homem. O ciclo da violência só é interrompido quando o Estado atua também na transformação de quem agride”, ressaltou a magistrada.

Leia Também:  TJMT contribui na construção de políticas de combate à violência contra a mulher na Câmara de Cuiabá

Mato Grosso se destaca como estado pioneiro na implementação desses grupos, com iniciativas tomadas ainda em 2021, antes mesmo das diretrizes nacionais. A ação está alinhada à Recomendação nº 124/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais a instituírem programas de reflexão e sensibilização de agressores.

Com a implantação da unidade em Campinápolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e com a construção de uma Rede efetiva, capaz de transformar realidades e romper ciclos de violência em todo o estado.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA