Dois criminosos envolvidos em um crime de tentativa de latrocínio no mês de julho, em Várzea Grande, foram presos pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (11.10), durante a Operação Ignobilis, deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derfva).
Os dois suspeitos, identificados em investigações da Delegacia Especializada, são apontados como autores da tentativa de latrocínio que teve como vítima uma mulher e seu filho de quatro anos, além de serem investigados por tráfico de drogas e associação criminosa.
A prisão dos suspeitos ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar que também resultou na apreensão de grande quantidade de pasta base de cocaína.
Latrocínio tentado
O crime aconteceu no dia 02 de julho, quando os dois criminosos invadiram um estabelecimento comercial fazendo funcionários e clientes reféns, e subtraíram uma caminhonete Toyota Hilux. Durante a fuga, um dos suspeitos atirou contra a mulher, que tentava sair do local com o filho.
As vítimas estavam dentro de um veículo e o disparo atravessou o vidro traseiro do carro, passando muito próximo à cabeça da mulher, representando um risco iminente à vida dela e do seu filho.
Com base nas investigações e identificação dos suspeitos, o delegado João Paulo Firpo Fontes representou pelos mandados de busca e apreensão na residência dos suspeitos, localizada no bairro Piçarrão, em Várzea Grande.
Apreensões
No local, os policiais localizaram 14 tabletes de pasta base de cocaína, escondidos dentro de um freezer desligado, e um revólver calibre 38, municiado, sob um colchão.
A arma de fogo apreendida será submetida à perícia técnica para verificar se é a mesma utilizada na tentativa de latrocínio, o que pode ser um elemento-chave para fortalecer as provas no inquérito.
Nas buscas também foi apreendido o celular dos suspeitos, que também passará por análise técnica a fim de identificar possíveis comunicações com outros membros da rede criminosa, auxiliando na ampliação das investigações e permitindo que novos envolvidos sejam identificados e responsabilizados.
O delegado titular da Derfva, Diego Alex Martimiano da Silva, destacou que a operação é uma resposta firme da Polícia Civil contra crimes que ameaçam diretamente a tranquilidade da população.
“A prisão dos envolvidos e a apreensão de uma quantidade significativa de drogas e de uma arma reforçam o compromisso da Polícia Civil em combater a criminalidade e garantir a proteção de todos”, afirmou o delegado.
Com a prisão dos suspeitos e a apreensão dos materiais, as investigações continuam focadas na análise dos objetos apreendidos e na identificação de possíveis novos integrantes do grupo criminoso.
A Polícia Civil também destaca a importância do apoio da comunidade e disponibiliza o disque-denúncia através do numeral 197 para receber informações sobre atividades suspeitas, assegurando o sigilo dos informantes.
Nome da operação
Ignobilis, termo em latim que significa “desprezível” ou “indigno”, foi escolhido como referência à ação vil e abjeta dos suspeitos ao atirar contra um carro que transportava uma mulher e uma criança, vítimas indefesas.
O nome busca enfatizar a gravidade moral do ato cometido, caracterizando-o como uma manifestação de covardia extrema e desrespeito à vida humana.
Policiais militares do 15º Batalhão prenderam um homem pelo crime de contrabando, durante fiscalização na BR-364, na madrugada deste domingo (21.6), em Alto Araguaia. O suspeito foi preso em flagrante transportando 14 caixas com cerca de 600 frascos de perfume e produtos para celular dentro de um ônibus.
Durante execução da Operação Tolerância Zero, as equipes do 15º BPM receberam solicitações da Polícia Militar de Goiás para inspecionar um ônibus de transporte interestadual.
Na verificação do veículo, os policiais encontraram 14 caixas contendo diversas mercadorias suspeitas como perfumes, baterias e telas para celulares.
O motorista do ônibus indicou o passageiro que seria o responsável pelos produtos e o homem foi abordado pela PM. Ao ser questionado sobre a procedência dos materiais, o suspeito revelou que levaria os produtos para São Paulo e que não tinha documentação de nota fiscal sobre a origem legal da mercadoria.
Ao todo, foram contabilizados cerca de 600 frascos de perfumes, dezenas de telas para celulares e uma caixa contendo baterias de celular.
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