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“Mato Grosso é um exemplo de estado que cresce, dá certo e tem gestão séria”, afirma governador de MG

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que Mato Grosso é um modelo de estado que prospera e que se destaca por sua gestão sólida e eficiente.

Zema se reuniu com o governador Mauro Mendes no Palácio Paiaguás, nesta segunda-feira (14.10).

Durante o encontro, o governador goiano afirmou que acompanha o desenvolvimento de Mato Grosso desde 2019, quando Mauro assumiu a gestão.

“É notável a recuperação que Mato Grosso tem experimentado, especialmente no crescimento da economia e do agro. Realmente impressiona o progresso que o estado vem alcançando”, avaliou.

O governador de Minas Gerais também enfatizou a importância de Mato Grosso no cenário nacional, destacando que o estado “está no caminho certo”.

“Mato Grosso, hoje, é um exemplo para todo o Brasil de estado que cresce, que dá certo e que tem uma gestão séria”, completou.

O governador Mauro Mendes ressaltou as semelhanças entre as ações dos estados de Mato Grosso e Minas Gerais.

“Zema tem feito um trabalho muito exitoso em Minas, superando as dificuldades que encontrou no início do mandato, e seguindo uma linha semelhante à que adotamos em Mato Grosso: recuperar a saúde financeira do estado, aumentar a eficiência e melhorar a arrecadação”, observou.

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Durante o encontro, Mauro também abordou as iniciativas que impulsionam o desenvolvimento em seus respectivos estados.

“O trabalho sério e honesto é fundamental para melhorar a vida das pessoas. É com essa convicção que acompanho de perto as ações desenvolvidas pelo Governo de Minas Gerais, e que tem se destacado por devolver ao cidadão os benefícios daquilo que ele contribui por meio dos impostos”, completou.

Também participaram do encontro os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil) e Jordan Espíndola (Gabinete do Governo), e o secretário de Comunicação do Governo de Minas Gerais, Bernardo Assis Fonseca.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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