MATO GROSSO

Primeira-dama de MT agradece presença das famílias e crianças que participaram do especial “Dia das Crianças” na Arena Pantanal

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A semana do Dia das Crianças em Cuiabá foi comemorada com uma programação especial idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, por meio do programa SER Família Criança,idealizado por ela e gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) O evento teve o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e com parceria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A programação encerrou no domingo (13.10).


Foto: Jana Pessôa

De acordo com a organização do evento, entre entidades sociais beneficentes e o público geral, 83.611 pessoas, entre crianças e responsáveis, visitaram o ‘Dia das Crianças do SER Família Criança’, no espaço reservado no estacionamento da Arena Pantanal.

“Foi incrível ver a alegria das crianças e celebrar com elas essa data tão especial. Quando pensei neste projeto, que nesta edição foi apenas um piloto, foi em resgatar a vontade de brincar, de apreciar personagens infantis, apresentações e presentear com brinquedos de qualidade entregues às crianças em situação de vulnerabilidade social. Não tem como a gente não entrar neste universo dos pequeninos e ver a emoção deles; isso não tem preço”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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