POLÍTICA NACIONAL

CPI ouve Lucas Paquetá sobre suspeita de manipulação de jogos

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Acusado de envolvimento em suposto esquema de apostas no campeonato inglês, o jogador de futebol Lucas Paquetá, do time West Ham e da seleção brasileira, deve ser ouvido na quarta-feira (30) pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas, em reunião que se inicia às 14h30. A previsão é que o depoimento seja feito por videoconferência.

A CPI convidou Lucas Paquetá a prestar depoimento atendendo ao pedido do presidente e do vice-presidente dessa comissão — respectivamente, os senadores Jorge Kajuru (PSB-GO) e Eduardo Girão (Novo-CE).

Em seus requerimentos (REQ 71/2024 – CPIMJAE, de Kajuru, e REQ 65/2024 – CPIMJAE, de Girão), ambos citam a notícia de que a Federação Inglesa de Futebol (FA, na sigla em inglês) denunciou o jogador por má conduta em quatro jogos do campeonato inglês que teriam repercutido no mercado de apostas.

Segundo Kajuru, a suposta má conduta isso teria tido consequências no Brasil, “pois algumas dezenas de apostadores, residentes na área de origem do jogador (a ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro), apostaram nos cartões amarelos do atleta [que aconteceram nos jogos citados] e, por isso, fizeram jus a premiação [no mercado de apostas]”. 

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Os dois requerimentos foram aprovados em 18 de junho pela CPI.

Bruno Tolentino

A CPI também deve ouvir Bruno Tolentino, tio de Lucas Paquetá, também investigado por suposta manipulação do resultado de partidas.

Bruno Tolentino e seu filho teriam feito uma transferência de R$ 40 mil ao jogador Luiz Henrique quando este atuava na Espanha. Essa transferência é alvo de investigação da FA. O requerimento de convocação (REQ 114/2024-CPIMJAE) foi apresentado por Jorge Kajuru.

“A oitiva do convocado será fundamental para elucidar o contexto das transferências financeiras, os detalhes de suas apostas e possíveis influências nas competições, contribuindo para a identificação de eventuais irregularidades e fornecendo elementos essenciais para o trabalho investigativo desta comissão”, justificou o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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