POLÍTICA NACIONAL

Acesso facilitado a dados de tornozeleira eletrônica para polícia e MP avança

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A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (10) o projeto que facilita, à polícia e ao Ministério Público, o acesso a dados de monitoramento de condenados ou investigados que façam uso de tornozeleira eletrônica. O projeto, do senador Marcos do Val (Podemos-ES), recebeu voto favorável do relator, o senador Sergio Moro (União-PR) e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

De acordo com o PL 1.000/2024, autoridades policiais e o Ministério Público não precisarão mais de autorização judicial para ter acesso aos dados coletados durante o acompanhamento das medidas de monitoramento eletrônico de acusados e condenados.

Atualmente, a Resolução 412 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) exige essa autorização.

“Trata-se de procedimento burocrático que, muitas vezes, resulta em atrasos significativos, prejudicando investigações, operações policiais, instruções processuais e a eficácia geral do sistema de justiça penal”, argumenta Marcos do Val no texto.

Moro apresentou duas emendas. Uma delas estabelece que a identidade da autoridade policial ou membro do Ministério Público que acessar dados de monitoramento eletrônico poderá ser verificada não só pelos órgãos de corregedoria, como previsto no texto original, mas também pelo juiz e, se for demonstrado interesse legítimo e o juiz autorizar, também pela pessoa submetida a monitoramento e o defensor. A outra emenda torna obrigatório o registro da justificativa para acesso aos dados de monitoramento eletrônico.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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