MATO GROSSO

Autor de roubo em joalheria na cidade de Poconé é preso poucas horas após crime

Publicado em

Um dos autores do roubo cometido em uma joalheria no município de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá) foi preso na cidade de São Pedro da Cipa, nesta quinta-feira (12.12).

A localização e prisão do suspeito, foi realizada pela Polícia Civil e Polícia Militar, poucas horas após o crime e com ajuda das câmeras de segurança do programa Vigia Mais MT.

O roubo ocorreu na quarta-feira (11), quando dois homens armados invadiram a joalheria e praticaram o assalto. Em seguida, a dupla fugiu em um veículo Corsa branco com listras pretas, seguindo para a cidade de Jaciara.

Diante das informações, os policiais civis de Poconé acionaram as forças de segurança pública da região, que passaram a diligenciar e identificaram o automóvel semelhante nas proximidades de São Pedro da Cipa.

Uma guarnição da Polícia Militar localizou o proprietário do carro. Ao ser abordado, ele informou que havia emprestado o Corsa para um amigo, que estava hospedado em um hotel.

Em seguida os militares foram até o hotel, onde o suspeito confessou a autoria do roubo. No quarto foram apreendidos relógios, dinheiro e dois mostruários de joias.

Leia Também:  Polícia Militar prende foragido da Justiça, apreende 238 porções de drogas e munições

O suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de roubo e associação criminosa.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

Published

on

O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

Leia Também:  Nova lei inclui festival das cerejeiras de cidade paulista no calendário turístico nacional

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA