MATO GROSSO

Após duas semanas, Polícia Militar prende mulher por tráfico de drogas pela segunda vez

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Policiais militares prenderam uma mulher, de 30 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite de sábado (25.1), no distrito de União do Norte, em Peixoto de Azevedo. Ela havia sido presa há duas semanas, mas foi solta e estava sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.

Com a suspeita, foram encontrados uma porção média análoga a maconha, uma porção grande e uma pequena de cocaína e R$ 62.

Em patrulhamento pela Operação Força Total, a equipe policial flagrou uma mulher, em atitude suspeita, na esquina de uma casa, no bairro Alto Alegre.

A suspeita, ao ver a viatura, jogou uma porção pequena análoga a pasta base em um terreno baldio.

Os policiais fizeram a abordagem e identificaram que a mulher, que foi presa no último dia 12 de janeiro, pelo mesmo crime de tráfico ilícito de drogas, estava em liberdade com uso de tornozeleira eletrônica.

Em relato aos militares, a mulher informou estar morando na residência da mãe. A equipe entrou no local e, em buscas, localizou uma bolsa com uma porção grande de pasta base de cocaína e uma média de maconha, além de uma balança de precisão e R$ 62 em espécie.

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Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada para a delegacia, com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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