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PM celebra os 30 anos da turma ‘Ad Sumus’ com entrega de homenagens em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta sexta-feira (7.3), solenidade alusiva aos 30 anos da turma ‘Ad Sumus” do Curso de Formação de Oficiais (CFO), formada pela instituição no Estado. A turma teve início no ano de 1995 com 44 militares. A cerimônia foi realizada no Auditório do Comando-Geral da PMMT e contou com homenagens para oficiais da turma e autoridades civis.

A solenidade foi presidida pelo comandante-geral adjunto da Polícia Militar, coronel André Wilian Dorileo que enalteceu os veteranos da turma histórica da instituição. Em seu discurso, coronel Dorileo parabenizou os militares peja trajetória, dedicação e os excelentes serviços prestados à instituição e à sociedade mato-grossense.

“Essa solenidade foi realizada para celebrar e comemorar com nossos irmãos e irmãs os 30 anos da 2º turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO) Ad Sumus. Cada um de vocês contribuíram com a Polícia Militar de Mato Grosso para que a nossa instituição seja reconhecida e respeitada em todo país quando se fala de Segurança Pública. Este é um momento de relevância à trajetória percorrida, aos desafios superados e aos laços de irmandade fortalecidos ao longo das décadas”, declarou o coronel Dorileo.

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A cerimônia, contou, ainda, com a transmissão da Espada Imperial que é um símbolo de honra e bravura carregado pelos oficiais, representando a tradição e o compromisso com a ordem e a justiça. Além disso, familiares dos oficiais da turma in memorian também foram agraciados. A solenidade foi encerrada com a entrega da moeda honorífica que marca as três décadas da turma formada na Academia de Polícia Militar Costa Verde (APMCV).

Entre os militares agraciados são os coronéis da reserva remunerada, Agilson Azizes Ferreira, Antonelita Alves da Silva Moraes, Arlindo Marques de Souza; os coronéis Antônio Nivaldo de Lara Filho, Esnaldo de Souza Moreira; tenente-coronéis José Cláudio, Lauro Augusto Moreira, Miguel Augusto Alves, entre outros. A solenidade contou, também, com homenagem aos civis, a psicóloga Nidia Fátima Ferreira, professor Air Praeiro Alves, supervisora pedagógica Regina Lúcia Borges, entre outras.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso amplia acesso a procedimentos cardiovasculares pelo SUS no Hospital Central

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Com o início do serviço de hemodinâmica, o Hospital Central de Alta Complexidade amplia a oferta de procedimentos cardiovasculares pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, incluindo o atendimento a crianças com doenças cardíacas congênitas. Com essa tecnologia, são realizadas intervenções minimamente invasivas, ou seja, sem a necessidade de cortes cirúrgicos, com maior precisão e trazendo uma recuperação mais ágil aos pacientes.

A hemodinâmica é uma técnica médica que consiste na introdução de catéteres nos vasos sanguíneos para a realização de exames diagnósticos e intervenções terapêuticas com visualização em tempo real. Ela também será adotada em outras especialidades no Hospital Central, como neurologia e cirurgia vascular. A previsão é oferecer, a partir de julho, 240 procedimentos somente na área cardíaca para adultos e crianças.

Na cardiologia, a tecnologia reforça o processo de implantação progressiva da área médica no Hospital Central. No atendimento pediátrico, o diferencial é permitir tratar doenças do coração em crianças, usando uma técnica de menor risco que a cirurgia convencional em boa parte dos casos.

“Estamos contentes pois, até o final de julho deste ano, teremos o Hospital Central atuando em operação plena. Isso quer dizer que a unidade estará ofertando todas as especialidades e procedimentos para a qual foi vocacionada e isso, sem dúvidas, irá beneficiar grandemente toda a rede de saúde de Mato Grosso”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, reforça que a oferta da hemodinâmica está alinhada ao perfil assistencial da unidade. “Estamos estruturando essa linha de cuidado de forma progressiva, com a incorporação de tecnologias que ampliam o acesso a procedimentos de alta complexidade e permitem tratamentos mais seguros e resolutivos para a população”.

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O coordenador de Medicina Diagnóstica do Hospital Central, Matheus Horie, esclarece como é empregada a hemodinâmica. “É aplicada em exames chamados de arteriografias e angiografias. Permite a realização de cateterismo em diferentes vasos do corpo, com uso de contraste e análise das imagens em tempo real para diagnóstico. A partir dessa mesma via, também é possível realizar tratamentos endovasculares, muitas vezes de forma minimamente invasiva”.


Na unidade, a hemodinâmica é realizada por uma equipe de 18 profissionais especialistas habilitados na operação dos equipamentos. O time é composto por hemodinamicista (cardiologista especializado) adulto e pediátrico, radiologista intervencionista, neurorradiologista intervencionista, cirurgião endovascular e eletrofisiologista.

As duas máquinas de hemodinâmica do Hospital Central serão usadas em áreas distintas. A que entrou em operação no final de abril foi, inclusive, utilizada para tratar três crianças com doenças cardíacas congênitas.

“Elas foram submetidas à hemodinâmica para corrigir uma malformação congênita chamada persistência do canal arterial. Sem o procedimento, elas poderiam se tornar cardiopatas, mas, tratando agora, minimizamos esse risco”, relata Matheus Horie. Os procedimentos ocorreram nos dias 23 e 24 de maio.

Entre pacientes adultos e crianças, cerca de 60 procedimentos de hemodinâmica já foram feitos no hospital, tanto terapêuticos quanto para diagnósticos. Um paciente de 59 anos de idade, morador de Vila Rica (1.160 km distante de Cuiabá), foi um dos beneficiados. Ele deu entrada no Hospital Central, no final de maio, com suspeita de infarto, trazido a Cuiabá por transporte aéreo. O diagnóstico foi confirmado e, na sequência, foi submetido ao cateterismo para desobstrução da artéria coronária. Poucos dias depois, apresentou boa recuperação durante sua permanência da Unidade de Terapia Intensiva e recebeu alta hospitalar.

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O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita. Todo seu atendimento é gratuito e feito 100% pelo SUS.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social.

Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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