POLÍTICA NACIONAL

Davi destaca o livro ‘A Reforma do Código Civil’, organizado por Rodrigo Pacheco

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Foi lançado no Senado, nessa terça-feira (1º), o livro A Reforma do Código Civil – Artigos sobre a atualização da Lei nº 10.406, de 2002A obra, organizada pelo ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), detalha a proposta de modernização do Código Civil Brasileiro apresentada no PL 4/2025

O presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP), destacou a importância da proposta para o direito no país.

—  E eu tenho certeza de que muito engrandecerá o arcabouço legislativo brasileiro, o trabalho feito por Rodrigo Pacheco nesta comissão, ladeado por juristas e profissionais da Justiça brasileira para construirmos a modernização do Código Civil Brasileiro.

O texto defende a modernização da legislação civil brasileira e a sua adaptação aos desafios e à realidade do século 21.  

—  Esta obra é uma compilação que busca estabelecer um marco inicial de um debate com a sociedade civil, com as instituições e com a comunidade jurídica acerca do PL 4/2025, que tenho a honra de ser o autor. Agradeço a todos os membros da comissão de juristas que se dedicaram para elaborar este anteprojeto, esta obra que presta um grande serviço ao Parlamento e à sociedade brasileira — disse Pacheco.

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O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Luis Felipe Salomão, presidiu a comissão de juristas responsável por elaborar o anteprojeto de atualização do Código Civil. As sugestões da comissão embasaram o projeto de lei que agora está em tramitação no Senado. Salomão destaca que a obra lançada representa a expressão da Comissão de Juristas, com artigos de 45 autores tratando de temas relevantes ao Direito Civil.  

— Neste livro nós tratamos de todos os temas que são relacionados ao PL 4/2025, apresentado pelo presidente Pacheco. Tratamos da pessoa física, do direito de família, da união estável e do reconhecimento da paternidade, da validade da assinatura digital — enumerou. 

Inovação 

O projeto, de autoria do senador Rodrigo Pacheco, propõe mudanças significativas em diversos aspectos da atual lei, que já sofreu alterações desde sua promulgação em 2002. A proposta prevê a alteração de 897 dos mais de dois mil artigos do Código Civil. 

Entre as inovações mais notáveis, está a inclusão de um novo livro dedicado ao direito civil digital, abordando questões contemporâneas como privacidade, proteção de dados e as implicações da inteligência artificial. 

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— A proposta é um reflexo da evolução das relações sociais e comerciais, que hoje se dão, em grande parte, no ambiente digital. Precisamos nos assegurar de que a legislação acompanhe essas mudanças — declarou Pacheco durante o lançamento.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei reconhece município paranaense como Capital Nacional da Louça

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O município de Campo Largo, no Paraná, passou a ser reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Louça. O título foi concedido pela Lei 15.453/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada na quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.

A norma teve origem no Projeto de Lei 2896/24, do deputado Paulo Litro (União-PR), aprovado na Câmara em setembro do ano passado. Ele afirma que o município é o principal polo brasileiro de produção de louças profissionais. E lembra que a cidade Campo Largo já havia sido declarada, em lei estadual de 2010, como a Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná.

No Senado, a proposta foi aprovada em junho.

Paulo Litro citou informação do Sindilouças segundo a qual Campo Largo atende 75% da demanda nacional de louça profissional e gera mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, sendo importante e fundamental polo do setor no Paraná. O município produz 36 milhões de peças de porcelana e cerâmicas por ano.

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Os parlamentares que apoiaram a proposta ressaltam que a tradição ceramista da cidade se reflete em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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