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Operação Lei Seca resulta em cinco condutores presos e 59 motocicletas removidas em Cuiabá

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Cinco condutores foram presos e 59 motocicletas foram removidas durante a 35ª Edição da Operação Lei Seca, realizada na noite desta quarta-feira (7.5), na Avenida Dante Martins de Oliveira, dos Trabalhadores, bairro Jardim Eldorado, em Cuiabá.

Esta edição da operação foi voltada à fiscalização de motociclistas, e conforme dados do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram realizados 223 testes de alcoolemia que geraram 80 Autos de Infração de Trânsito (AIT).

Entre os cinco presos, três foram detidos por embriaguez ao volante, um por ter a habilitação suspensa e continuar conduzindo veículo e outro por entregar a direção do veículo a uma pessoa não habilitada.

Entre as infrações mais encontradas estão: 36 condutores transitavam com veículo com documentação regular , 21 não possuíam habilitação, 11 conduziam o veículo sob efeito de álcool e um recusou fazer o teste de alcoolemia.

Ao todo foram fiscalizados 219 veículos, sendo que 62 foram autuados e 59 deles foram removidos.

A operação Lei Seca é realizada pelo GGI, vinculado a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão Trânsito da PM (BPMTran), Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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