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Campanha da ALMT para conscientizar sobre abuso contra animais é destaque em site internacional

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A campanha publicitária “Abril Laranja”, pensada pela Secretaria de Comunicação (Secom) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em conjunto com a Agência ZF (responsável pela execução), foi publicada no prestigiado site Ads of The World nesta segunda-feira (12). O portal coloca em destaque os anúncios mais criativos e de excelência encontrados ao redor do mundo.

As peças publicitárias foram ao ar em abril deste ano com objetivo de divulgar a Lei nº 12.646/2024, de autoria do presidente da ALMT, deputado estadual Max Russi (PSB). A norma proposta e aprovada pela Casa de Leis institui no estado a campanha Abril Laranja e determina que durante o mês devem ser promovidas ações intersetoriais de conscientização e esclarecimento sobre a prevenção contra a crueldade animal.

O conceito criativo usado na campanha publicitária criou uma conexão entre a violência contra animais e a violência contra seres humanos. No vídeo, são exibidos assassinos em série que tinham prazer na violência contra animais e destaca-se que no Brasil, 71% dos abusadores de animais também cometem crimes contra pessoas.

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Para o gerente de marketing da ALMT, Ricardo Sardinha, essa estratégia foi um dos diferenciais que garantiram destaque ao trabalho. “É uma campanha muito sensível. Você vê pela primeira vez e já se arrepia. Ela parte do mote de que quem maltrata animais pode machucar qualquer um. Seja uma criança, um adulto, uma mulher. As imagens da campanha também falam por si. Acredito que isso tenha aumentado o alcance mesmo sendo uma campanha em português”, resumiu.

“Esta é a primeira vez que uma campanha criada pela equipe da publicidade juntamente com uma agência é incluída no site Ads of The World, que destaca as melhores práticas, melhores campanhas do mundo. Isso mostra que o trabalho da Secretaria de Comunicação do Parlamento estadual como um todo está cada vez mais maduro e mais profissional. O briefing [resumo do projeto] foi criado aqui na publicidade da Casa, a partir de uma solicitação do Grupo de Trabalho da Causa Animal [em funcionamento da ALMT]. Esta campanha faz parte da publicidade institucional do órgão com objetivo de conscientização baseado em ações do Legislativo”, completou Ricardo Sardinha.

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“Esse é o reflexo de um trabalho de união da nossa Secom, que alia criatividade e sensibilidade. Uma campanha de extrema importância, mostrando que a ALMT dá voz às principais pautas. E essa pauta dedicada à proteção dos animais é de extrema importância”, destacou o secretário de Comunicação da ALMT, Henrique Santos.

Fonte: ALMT – MT

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TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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