POLÍTICA NACIONAL

Izalci Lucas defende prorrogação da CPI das Bets

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) defendeu nesta terça-feira (27), em pronunciamento no Plenário, a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas Esportivas, conhecida como CPI das Bets. Segundo ele, é necessário mais tempo para ouvir as pessoas convocadas, como o influenciador digital Luan Kovarik — conhecido como Jon Vlogs — que, de acordo com o parlamentar, publicou vídeo com acusações envolvendo o presidente da República. Luan estaria fora do país e não compareceu à oitiva prevista para esta terça.

A CPI já foi estendida por 45 dias e tem encerramento previsto para o dia 14 de junho. Para o senador, o adiamento é necessário para que se possa concluir o relatório “com responsabilidade”.  

— Eu espero que haja bom senso aqui e que a gente possa aprovar o requerimento de adiamento dessa CPI, porque a gente precisa ainda ouvir algumas pessoas para a gente concluir o relatório. Se o objetivo, de fato, é apurar e melhorar a legislação, a gente vai precisar de um tempinho a mais — afirmou Izalci.

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IOF

O senador também criticou o aumento, feito pelo governo, da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e informou que apresentou requerimento à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para ouvir o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Izalci alega que o reajuste desrespeita o princípio da anualidade previsto na Constituição. Ele mencionou que o Partido Liberal já apresentou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os efeitos da medida e que também há uma ação judicial sobre o tema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

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“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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