POLÍTICA NACIONAL

Irajá critica venda de ações da Energisa e apresenta balanço do mandato

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O senador Irajá (PSD-TO), em pronunciamento no Plenário na terça-feira (10), criticou a proposta do governo do Tocantins de vender a participação de 23% nas ações da Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Ele declarou que a operação envolve um ativo público que gera lucros. Também disse a decisão levanta suspeitas por ocorrer a pouco mais de um ano das eleições de 2026, sem um plano claro de destinação dos recursos.

— Se 23% de participação das ações do estado de Tocantins geram aos cofres públicos, ao tesouro estadual, dividendos de R$ 70 milhões, de lucro, por que vender essas ações? Se essa iniciativa acontecesse um ano atrás, dois anos atrás, e o governo estadual apresentasse um grande programa de investimentos ao estado, um programa habitacional para construir, com R$ 500 milhões, mais de mil casas populares, se esse dinheiro fosse para investir na saúde pública, nas ações sociais do estado, certamente teria da minha parte, de toda a bancada federal, o apoio. Agora… Faltando um ano e pouco para as eleições, é muito suspeito.

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Irajá também apresentou um balanço das ações do seu mandato em 2025. Ele destacou o programa Saúde Já, iniciado em Araguaína, que, segundo ele, já atendeu mais de seis mil pessoas com consultas, exames e cirurgias eletivas. O senador informou ainda a inauguração de unidades de saúde em Paraíso do Tocantins, Formoso do Araguaia e Araguatins. Além disso, anunciou a expansão do programa para Porto Nacional e a região do Bico do Papagaio.

— Tudo isso só é possível porque temos trabalhado em parceria com os prefeitos, vereadores, secretários e também com os nossos competentes profissionais da saúde. É o trabalho em conjunto que gera os resultados e o bem-estar ao próximo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Sessão solene celebra os 217 anos da Polícia Militar do Distrito Federal

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Em sessão solene na tarde desta quinta-feira (14), o Congresso Nacional celebrou os 217 anos da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O requerimento para a homenagem foi apresentado pelos senadores Izalci Lucas (PL-DF), Humberto Costa (PT-PE) e Damares Alves (Republicanos-DF) e pelo deputado Alberto Fraga (PL-DF).

Na solenidade, foi traçado um histórico da Polícia Militar do Distrito Federal, desde a vinda da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, no início do século 19. Em 13 de maio de 1809, o príncipe regente D. João VI assinou decreto criando a Divisão da Guarda Real de Polícia, considerada o primeiro núcleo da atual PMDF.

A Polícia Militar foi definitivamente instalada na atual capital federal em 1966, com PMs vindos do Rio de Janeiro, oficiais do Exército e militares remanejados de outras instituições de segurança pública.

Segundo Izalci Lucas, “uma farda não é uma roupa, é um símbolo”. Ele lembrou que por trás dela estão seres humanos que precisam ser valorizados e merecem ser homenageados.

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— A farda representa algo acima do indivíduo que a veste. Representa a decisão de colocar a própria vida em risco, para que outras pessoas possam viver em paz — afirmou o senador.

Orgulho da capital

A senadora Damares afirmou que a bancada do Distrito Federal no Senado se orgulha da Polícia Militar, que qualificou como “a melhor polícia do mundo”.

— Tudo o que tenho a dizer é: obrigada. Tudo o que a gente falar ainda é muito pouco. Vocês são nosso orgulho. Que Deus abençoe vocês — afirmou a senadora.

A senadora Leila Barros (PDT-DF) defendeu uma maior valorização salarial para a polícia. Ela exaltou a competência e o compromisso público da instituição e disse que a população do Distrito Federal sabe que pode contar com a PMDF.

— Defender segurança pública é defender cidadania e dignidade para nossa população. Parabéns pela disciplina e pelo compromisso diário com o serviço público — registrou a senadora. 

O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Rabelo Patury, afirmou que a PMDF é “a melhor PM” e “a polícia menos letal” do Brasil, com “zero mortes a esclarecer”.

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Programas sociais

O comandante-geral da PMDF, coronel Rômulo Flávio Mendonça Palhares, lembrou que a PM atende a quase 500 mil pessoas com seus programas sociais, como o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) e o Policiamento de Prevenção Orientado à Violência Doméstica e Familiar (Provid). Esse número, segundo ele, demonstra o compromisso e a dedicação da polícia à população do Distrito Federal.

O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), cobrou mais recursos para a Polícia Militar. Lembrou que Brasília e seu entorno foram projetados para 500 mil habitantes e hoje têm mais de 3 milhões, o que gera grandes desafios para a segurança.

Também participaram da sessão solene o chefe de Estado-Maior do Distrito Federal, coronel Juvenildo dos Santos Carneiro, e o subcomandante da PMDF, coronel André Luís Caldas, além de diplomatas, oficiais e familiares de policiais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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