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Gaeco deflagra operação em combate ao tráfico de drogas em MT

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou nesta quarta-feira a Operação “Natal Antecipado”. Policiais cumprem 17 ordens de prisão preventiva, 16 mandados de busca e apreensão, além de medidas de sequestro de bens e valores dos investigados ligados a uma organização criminosa com atuação no tráfico de drogas.
A operação está sendo realizada de forma simultânea nas cidades de Feliz Natal e Cuiabá, com mandados de busca e apreensão cumpridos em diversos endereços, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE).
As ordens judiciais foram expedidas com base em investigações conduzidas pela equipe do GAECO de Sinop, que identificou um núcleo criminoso responsável por movimentar e coordenar atividades ilícitas na região norte do Estado, com especial foco na distribuição de entorpecentes.
Além das medidas cautelares de prisão e busca, foi determinado o sequestro de bens e valores pertencentes aos investigados, como forma de desarticular o financiamento das atividades ilícitas e enfraquecer a estrutura financeira da organização criminosa.
A operação contou com o apoio da Polícia Militar por meio do 3º Comando Regional, que atuou de forma conjunta em diligências investigativas e garantiu o suporte operacional no cumprimento dos mandados, reafirmando a integração entre as forças de segurança no combate ao crime organizado em Mato Grosso.
Com a deflagração da Operação Natal Antecipado, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso reafirma seu compromisso institucional com o enfrentamento permanente à criminalidade organizada, atuando de forma coordenada para a desarticulação de facções criminosas e a garantia da ordem pública.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Promotores de Justiça destacam provas e dinâmica do crime em júri

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Com foco na reconstrução da dinâmica do crime e na participação atribuída a cada acusado, os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins conduziram, na manhã desta terça-feira (29), a primeira fase da instrução do júri que julga os denunciados pelo homicídio do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá.Durante a oitiva da primeira testemunha de acusação, o delegado da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Nilson André Farias de Oliveira, responsável pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil, os representantes do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) buscaram detalhar aos jurados os elementos levantados ao longo da apuração do caso.Os questionamentos concentraram-se na dinâmica da execução do crime, no planejamento da ação criminosa e nos indícios que embasaram o oferecimento da denúncia contra os três réus levados a julgamento.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva é apontado como autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Já Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no homicídio. Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, por sua vez, é acusado de integrar a ação criminosa.Segundo o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins, a instrução em plenário tem o objetivo de apresentar aos jurados as provas produzidas durante a investigação e ao longo da tramitação processual, permitindo a análise do conjunto de elementos que embasam a acusação.O promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou que o julgamento desta terça-feira está restrito à apuração da responsabilidade dos denunciados apontados como executores e participantes diretos da empreitada criminosa.A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também atua na acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Samuel Frungilo informou ainda que permanece em andamento uma investigação complementar para apurar a eventual participação de outros mandantes no homicídio. Conforme as investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal, o casal Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo é apontado como mandante do crime, sem prejuízo da continuidade das apurações acerca de possíveis envolvidos.Fotos:Josi Dias/TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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