MATO GROSSO

Museu de Arte Sacra de Mato Grosso prepara programação especial para as crianças

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Oficina de pintura, de reciclagem e de aquarela. Essas são algumas das atividades que serão realizadas no Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), a partir do dia 12 de julho. As atividades são gratuitas e fazem parte da Colônia de Férias da instituição, destinada para o público infantil.

Realizadas de 16 a 20 de julho, as oficinas da Colônia de Férias, além de divertir, também terão como propósito fazer as crianças refletirem sobre a importância da preservação ambiental e explorar a beleza do Pantanal.

As atividades são destinadas as crianças de 05 até 13 anos. Sendo o horário de manhã, das 09h até às 12h, para aquelas de 5 à 8 anos, e o da tarde, das 14 h até às 17h, para as que tenham entre 9 até 13 anos.

Além da Colônia de Férias, o museu também oferecerá oficinas para maiores de 15 anos. No dia 12 de julho, a partir das 9h, ocorre a de Pintura em Tela: Obra Compartilhada. Enquanto que no dia 26 de julho, às 9h, é a vez da Customização da Ecobag.

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As inscrições para as oficinas serão liberadas uma semana antes de cada atividade; já as da colônia de férias começam a partir da deste sábado (5/7). O link para inscrição fica disponível na bio do instagram: @museudeartesacramt

Confira aqui a programação:

12/7: Oficina de Pintura em Tela: Obra Compartilhada
Público: A partir de 15 anos.

26/7: Oficina de Customização de Ecobag
Público: A partir de 15 anos.

Atividades Colônia de Férias:
16/7: Oficina Ecobrincando: Jogos do Pantanal
17/7: Oficina de Reciclagem: Capivara Pet
18/7: Oficina de Aquarela: Pantanal em Tons
19/7: Oficina de Pintura: Pintando a Fauna e a Flora do Pantanal
20/7: Oficina de Gesso, Pantanal em Cores: Arte e Natureza

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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