POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Segurança debate combate a assédio e violência de gênero nas forças policiais

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados realizará, nesta quinta-feira (10), audiência pública sobre o combate ao assédio e à violência de gênero nas forças policiais.

O debate foi proposto pela deputada Duda Salabert  (PDT-MG) e será realizado às 10 horas, em plenário a ser definido.

Duda afirma que as instituições policiais são pilares fundamentais para garantir a segurança pública e a democracia. Por isso, a violência de gênero e discriminação nessas instituições é intolerável.

“Combater o assédio às policiais femininas não é apenas uma questão de justiça laboral, mas uma urgência ética e social, pois a violência institucional mina a credibilidade das forças de segurança, destrói vidas e perpetua ciclos de impunidade”, alerta a deputada.

Segundo a parlamentar, no entanto, a cultura machista presente em algumas instituições policiais contribui para normalizar essas condutas, dificultando as denúncias.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

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Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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