POLÍTICA NACIONAL

Chico Rodrigues cobra ação do Estado para impedir queda de cobertura vacinal

Publicado em

O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) fez nesta terça-feira (15) um apelo no Plenário do Senado para que o Brasil retome com urgência a cobertura vacinal da população, especialmente das crianças. Com base no Anuário VacinaBR 2025, o parlamentar alertou para a queda acentuada nos índices de imunização e cobrou uma resposta articulada das autoridades de saúde.

Segundo o senador, o país vive um dos mais graves retrocessos em saúde pública das últimas décadas, com metas não alcançadas em nenhuma das vacinas do calendário infantil em todos os estados brasileiros, em 2023.

— Em Roraima, por exemplo, municípios chegam a registrar menos de 40% de cobertura para vacinas básicas, como tríplice viral e poliomielite. São os chamados bolsões de baixa cobertura — afirmou.

Rodrigues defendeu a aprovação do Projeto de Lei (PL) 1.136/2021, de sua autoria, já votado no Senado e atualmente em análise na Câmara dos Deputados. A proposta torna obrigatória a vacinação diária, inclusive nos finais de semana e feriados, em situações excepcionais como surtos e epidemias. O parlamentar pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que paute o texto com urgência.

Leia Também:  Debate na Câmara aponta tecnologia como solução para extravio de bagagens

O senador também sugeriu a criação de campanhas nacionais coordenadas, com atenção especial à Região Norte, além da mobilização de agentes comunitários e escolas para combater o abandono vacinal.

— Fica o meu apelo para que o meu grito seja ouvido pelo Ministério da Saúde e possamos, na verdade, retomar a aplicação de vacina em todas as suas fases.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Comissão pode votar PEC que reduz jornada de trabalho

Published

on

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quarta-feira (22) para analisar Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que reduzem a carga horária de trabalho no Brasil. A CCJ analisa a admissibilidade de dois textos.

O relator dos projetos na comissão, Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer indicando que não há impedimento constitucional para a tramitação das propostas, mas a votação foi adiada por um pedido de vista.

A reunião está agendada para as 14h30, no plenário 1.

A PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê a adoção de uma carga semanal de quatro dias de trabalho e três de descanso. O texto acaba com a escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais.

A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê a redução da carga horária semanal para 36 horas ao longo de dez anos.

Se forem aprovadas nessa fase, seguem para uma comissão especial para análise do mérito, e depois para o Plenário.

Leia Também:  Câmara debate fortalecimento das Procuradorias da Mulher e 20 anos da Lei Maria da Penha

Hoje, a Constituição não prevê uma escala de trabalho específica, apenas define como limite máximo a jornada de 44 horas semanais e oito horas diárias.

Em seu parecer, ele lembrou que, durante audiências públicas realizadas pela CCJ, representantes do governo, das centrais sindicais e do setor produtivo apresentaram posições divergentes sobre eventuais impactos da mudança.

Entre os argumentos favoráveis, foram citados ganhos de saúde, qualidade de vida e produtividade. Já os empresários alertaram para aumento de custos, pressão sobre preços e risco de demissões, sobretudo em pequenos negócios.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA