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Educação de Várzea Grande avança com trabalho e empenho de Flávia e Tião

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Além de investimentos em várias frentes da Pasta e ampliação de projetos, programas e oferta tecnologia na rotina de sala de aula, a atual gestão está destravando obras paralisadas há mais de uma década

Em entrevista coletiva, concedida no início da semana, a prefeita Flávia Moretti e o vice-prefeito Tião da Zaeli, ambos do PL, falaram sobre o balanço das ações dos primeiros seis meses de gestão. Na área da Educação, Cultura, Esporte e Lazer, os avanços são efetivos com várias ações, iniciativas e realizações que marcaram o início da administração.

No início do ano, através de um trabalho de readequação dos espaços realizado nas unidades escolares, foram criadas mais de 700 novas vagas nas escolas da rede municipal. A inauguração de mais noves novas salas de aula na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Abdala José de Almeida’ possibilitou o remanejamento de 22 turmas (cerca de 600 alunos) que até a gestão anterior estavam provisoriamente frequentando as aulas em salas anexas na EMEB ‘Júlio Corrêa’.

A gestão atuou firme no ‘destravamento’ das obras da Educação e viabilizou, ainda no mês de maio, a inauguração do novo Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) ‘Professora Doralice Silva Cardoso’. As obras dessa unidade escolar estavam paralisadas há mais de uma década – 13 anos. A nova creche iniciou suas atividades em 22 de julho, com capacidade para atender até 150 crianças em período integral, colocando fim à espera por vagas na região.

Além de ampliar o número de vagas e reduzir o déficit, a gestão também está focando na manutenção das unidades já existentes. A EMEB ‘Manoel Corrêa de Almeida’, do bairro Alameda irá receber obras de reforma e revitalização que vão resolver o problema crônico de inundação nos períodos chuvosos do ano.

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A Prefeitura também deu a Ordem de Serviço para a retomada das obras na Escola Estadual ‘Heróclito Monteiro’, no loteamento Santa Fé, região do grande Cristo Rei. A escola que foi incluída no redimensionamento da Educação Básica executado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT) e repassada ao Município em 2021. Após mais um destravamento, a unidade vai ser reformada, ampliada e revitalizada para atender à comunidade escolar com mais dignidade.

PESSOAL – A valorização dos profissionais da Educação também está na pauta da gestão. A prefeita Flávia Moretti sancionou a Lei e o reajuste de 6,27% para a categoria já está sendo pago aos servidores, após um entendimento inédito com o Sindicato da categoria. As negociações seguem de forma permanente com a entidade, através da Comissão criada para discutir a inclusão na Lei Orçamentária Anual de 2026, inclusive, a mesa de negociações trata do passivo 19,28% da categoria que nunca havia sido discutido pelo Executivo, já que foi por muitos anos ignorado pelos gestores anteriores.

TECNOLOGIA COMO ALIADA – O futuro já chegou para os alunos da rede pública municipal com a nova fase do Núcleo Educacional Tecnológico de Várzea Grande (NET/VG). O NET VG passou a integrar ações pedagógicas e tecnológicas desde o mês de maio, oferecendo oficinas temáticas que estimulam a aprendizagem ativa e significativa por meio da Educação STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática).

Iniciativa inovadora e inédita em Mato Grosso, a carreta Cyber Truck, que faz parte do Programa ‘O Futuro Já Chegou’ da Secretaria da Educação de Várzea Grande, disponibiliza para os estudantes, atividades de Robótica, Programação, Impressão 3D e Realidade Virtual, com o objetivo de levar experiências tecnológicas imersivas a todas as regiões do Município, começando pelas escolas de campo e depois passando pelas demais unidades que atendem ensino fundamental.

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DESPORTO – No Esporte e Lazer, os avanços foram efetivos com a sansão, pela prefeita Flávia Moretti, da Lei que instituiu o Bolsa Atleta – Representantes de VG, com o objetivo de valorizar e beneficiar atletas e paratletas várzea-grandenses em competições regionais, estaduais, nacionais e até internacionais. O Município vive atualmente uma nova realidade no esporte, com investimentos e infraestrutura. Só no primeiro semestre, houve a aplicação de R$ 500 mil em materiais esportivos, a entrega de um micro-ônibus e uniformização de atletas, no apoio das equipes esportivas em viagens, representando o Município em competições pelo Estado.

O Programa VG+Esporte conta com 39 polos esportivos, atendendo 3.000 alunos e 30 polos do VG+Bem-estar, com 600 participantes, além de garantir a realização de exames de saúde para os alunos que participam das atividades nas escolinhas esportivas oferecidas pela Superintendência de Esporte e Lazer.

Com o apoio da gestão, os resultados já começaram a aparecer com a conquista do Campeonato Brasileiro Sub-15 2025, pelas atletas do Futsal Feminino de Várzea Grande, as conquistas da tricampeã estadual de Tênis, Agnes Loiola e o do tricampeão estadual nas modalidades de salto à distância e corrida, Isaac Gomes Garcia.

COMBATE AO DÉFICIT – O secretário Cleiton Santana destaca ainda a previsão de entrega de mais quatro unidades do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) e duas escolas de Educação Básica (EMEB) até o final do ano, contribuindo para a redução do déficit de vagas na Educação Infantil: de 2.500 para 1.800 alunos (queda de 30%).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Setembro Amarelo leva acolhimento, escuta e informação sobre saúde mental à comunidade de VG

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Uma manhã de acolhimento, escuta e muita emoção marcou a ação do Setembro Amarelo realizada na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Isabel, em Várzea Grande. Coordenada pela equipe da unidade, sob responsabilidade da enfermeira Cida Campos, a programação levou informações sobre saúde mental para perto da comunidade de forma leve, participativa e descontraída.

A atividade começou com um alongamento conduzido pelo professor de Educação Física Jonas, preparando os pacientes para uma manhã de interação. Em seguida, a equipe propôs a dinâmica “Explosão de Alívio: você não está sozinho”.

Em um painel, balões traziam palavras que representam sentimentos e situações vivenciadas por muitas pessoas, como medo, raiva, ansiedade e insegurança. Cada participante escolhia um balão relacionado ao sentimento que estava enfrentando naquele momento. Ao estourá-lo, encontrava uma mensagem de encorajamento, como forma de enfrentar e ressignificar aquela emoção.

Depois, a atividade continuava com uma corda, utilizada pelos participantes para extravasar os sentimentos. A proposta era colocar para fora aquilo que, muitas vezes, fica guardado.

A aposentada Maria Lúcia Zanon Ramos, de 64 anos, participou da dinâmica e lembrou de um momento em que precisou do acolhimento da equipe da unidade durante um tratamento para depressão. Segundo ela, após suspender a medicação por conta própria, chegou à unidade nervosa e chorosa e encontrou profissionais dispostos a ouvi-la e orientá-la.

“Quando fiz tratamento de câncer, também precisei muito de pessoas que me ouvissem. Eu precisava falar, desabafar. Então, quando a gente encontra um amigo, uma pessoa que dá atenção, isso é muito importante”, contou.

Na dinâmica, Maria Lúcia escolheu a mensagem “Bota para fora tudo que está dentro do meu coração”. Depois, usou a corda para representar esse momento de colocar para fora aquilo que sentia.

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“Eu sacudi aquela corda com toda a força para botar para fora tudo o que sinto dentro de mim”, relatou.

Atenção aos sinais começa dentro de casa

Durante a programação, o médico de família Anderson Leal também conversou com os pacientes sobre a importância de observar mudanças de comportamento, palavras e atitudes de familiares e pessoas próximas.

Ele reforçou que sinais de sofrimento emocional não devem ser ignorados e que buscar ajuda é fundamental. As unidades de saúde podem realizar o acolhimento, orientar e encaminhar os pacientes quando necessário, de acordo com cada situação.

Para a gerente da unidade, Maristela de Moraes, realizar ações como essa junto à comunidade faz parte do papel da saúde pública.

“É muito importante a unidade estar à frente de ações como essa, próxima da comunidade, principalmente para tratar de um assunto tão importante como o Setembro Amarelo. Nosso papel como saúde é acolher, orientar e encaminhar os pacientes que estão enfrentando problemas como depressão e ansiedade”, destacou.

Olhar atento pode ajudar a identificar sinais

A responsável técnica da unidade, enfermeira Cida Campos, ressalta que o cuidado com a saúde mental precisa acontecer durante todo o ano, e não somente em setembro.

“É muito importante que toda a equipe se mobilize, tanto pelos profissionais da saúde quanto pela população que precisa de ajuda. Temos que estar aqui de braços abertos para acolher, dar um abraço e uma palavra de conforto. O Setembro Amarelo reforça essa atenção, mas esse cuidado precisa existir o ano inteiro”, afirmou.

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Cida também chama a atenção para a necessidade de profissionais e familiares observarem mudanças no comportamento, principalmente entre adolescentes. Segundo ela, a unidade já recebeu casos de adolescentes em sofrimento emocional que apresentavam sinais de automutilação.

Em um dos casos, uma adolescente chegou acompanhada pela coordenadora da escola. Ela era retraída, falava pouco e costumava usar blusas de manga comprida mesmo em dias de calor. A escola não havia identificado inicialmente o motivo do comportamento, mas buscou a unidade para pedir orientação.

A equipe realizou o acolhimento e, diante dos sinais identificados, fez o encaminhamento adequado para acompanhamento especializado.

“É muito importante nós, profissionais da saúde, estarmos atentos. Muitas vezes, os adolescentes usam blusas de frio, capuz ou mangas compridas para esconder as marcas. Precisamos ter essa percepção no olhar e prestar atenção às mudanças de comportamento”, explicou Cida.

Quando necessário, os casos são encaminhados para os serviços da Rede de Atenção Psicossocial, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de acompanhamento com profissionais especializados e ações integradas ao Programa Saúde na Escola.

A ação no Jardim Santa Isabel mostrou que falar sobre saúde mental também pode ser uma oportunidade para criar vínculos, estimular a escuta e lembrar que ninguém precisa enfrentar sozinho sentimentos que parecem difíceis de suportar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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