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TRE-MT intensifica ações para cumprimento das metas do CNJ

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) reforçou seu comprometimento com a melhoria contínua da prestação jurisdicional ao realizar, nesta terça-feira (29.07), uma reunião do Comitê de Gestão Estratégica e Judiciária (Cejud) para monitorar o andamento das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o ano de 2025. A reunião teve como foco principal os indicadores de produtividade, como o tempo médio de tramitação dos processos, taxa de congestionamento e arquivamento de ações, tanto no primeiro quanto no segundo grau de jurisdição. 

Durante o encontro, liderado pela presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, foram apresentados dados que indicam avanço significativo em diversos pontos, com destaque para a possibilidade real de alcançar a pontuação máxima em metas como o tempo médio de tramitação e a taxa de congestionamento. 

“Quero agradecer a todas as áreas que já pontuaram. Isso mostra que este Tribunal segue comprometido com o cumprimento das metas, independentemente da gestão. Temos dois dias até o fim do prazo e estou totalmente à disposição para conversar com quem for necessário. Lutamos até o fim. Estou bem mais tranquila e motivada para que, no próximo semestre, possamos continuar com esse mesmo comprometimento”, afirmou a presidente. 

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Além de parabenizar o desempenho das unidades, Serly Marcondes colocou-se à disposição para agir institucionalmente junto ao CNJ, inclusive com tratativas presenciais, visando o reconhecimento de indicadores que já refletem o esforço técnico do tribunal. 

A apresentação dos números foi conduzida pelo assessor de Gestão Estratégica do TRE-MT, Márcio Conceição de Lara Cunha, que fez um panorama detalhado do desempenho das unidades e os desafios ainda existentes para garantir o melhor resultado possível. Ele explicou que, apesar de oscilações pontuais, o tribunal está próximo de atingir as pontuações máximas nas principais metas avaliadas. 

“Estamos com indicadores favoráveis e ações técnicas alinhadas para garantir a pontuação máxima em áreas estratégicas. Além disso, estamos atentos a inconsistências identificadas nos dados do DataJud que podem impactar diretamente a avaliação final do CNJ”, explicou Márcio. 

Resultado esperado: mais eficiência e melhores serviços à sociedade 

O objetivo do trabalho é claro: garantir uma Justiça Eleitoral mais célere, eficiente e transparente para a sociedade mato-grossense, valorizando o planejamento estratégico como ferramenta de gestão pública qualificada. “Estamos fazendo o possível dentro da legalidade, da responsabilidade e da tranquilidade. Tenho certeza de que o próximo semestre será ainda melhor, com todos nós comprometidos em fazer o nosso melhor para entregar à sociedade um tribunal mais organizado e eficiente”, concluiu Serly Marcondes. 

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A reunião contou com a participação de integrantes da Presidência, Corregedoria, Diretoria-Geral, Secretaria Judiciária, Secretaria de Tecnologia da Informação, cartórios eleitorais e unidades estratégicas. 

As metas nacionais do Poder Judiciário são definidas anualmente pelo CNJ e têm como objetivo estimular a eficiência e o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional, especialmente no que diz respeito à celeridade, transparência, inovação e produtividade. O cumprimento dessas metas é monitorado por meio de indicadores oficiais como tempo médio de tramitação, taxa de congestionamento, julgamento de processos antigos e saneamento de dados processuais. 

 

Daniel Dino 

Assessoria TRE-MT 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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