POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho defende impeachment de Moraes e critica gastos do Judiciário

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG) usou a tribuna nesta terça-feira (12) para criticar gastos do Judiciário e manifestar apoio à abertura de processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo o parlamentar, um áudio de um ex-assessor do ministro, divulgado recentemente, revela abusos de autoridade e deve ser investigado pelo Senado.

— É muito grave o que está acontecendo aqui. A gente não pode ficar calado vendo uma situação dessa. Esse (áudio) aqui é um ex-auxiliar dele desabafando, falando que não aguentava mais o abuso de autoridade dele. E a gente vai ficar calado? A prerrogativa do Senado é de fiscalizar o STF, pois somos nós que votamos. Se ele está aqui hoje, foi porque os senadores votaram a favor dele. (…) Então, a competência, a responsabilidade, depois, de fiscalizar e fazer o que precisa ser feito é de nós senadores.

Sobre os gastos do Judiciário, Cleitinho questionou contratos do STF, do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com a concessionária Inframerica, no valor total de R$ 1,6 milhão por ano, para que os 71 ministros tenham acesso a salas VIPs exclusivas no Aeroporto Internacional de Brasília. O senador também citou a compra de 30 carros de luxo, no valor unitário de R$ 350 mil, destinados a ministros, e defendeu que autoridades usem recursos próprios para despesas dessa natureza.

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— Eu queria muito ver toda a população brasileira se unir contra essas aberrações que estão acontecendo no Brasil. Isso aqui é um murro na cara do povo brasileiro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara pode votar projetos sobre aposentadoria compulsória, transparência de gastos e crimes sexuais com uso de IA

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O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, nesta quinta-feira (14), projetos sobre aposentadoria compulsória aos 75 anos de empregados públicos, transparência de gastos e medidas para combater crimes sexuais cometidos com uso de inteligência artificial, entre outros temas. A sessão está marcada para as 9 horas.

Entre os itens da pauta está o PL 2391/26, do deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR). O texto regulamenta a aposentadoria compulsória aos 75 anos para empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e consórcios. A proposta prevê a permanência excepcional, por até cinco anos, em funções estratégicas de áreas como ciência e educação. A relatora é a deputada Bia Kicis (PL-DF).

Outra proposta relacionada à administração pública é o PL 3240/25, do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), que proíbe o sigilo sobre informações de gastos da administração pública federal em situações previstas no projeto. O relator é o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

Segue na pauta o PL 3066/25, do deputado Osmar Terra (PL-RS). O projeto cria medidas para enfrentar crimes sexuais contra crianças e adolescentes cometidos na internet com uso de inteligência artificial (IA) e outros recursos tecnológicos. A relatora é a deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA).

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Na área econômica, pode ser votado o PL 699/23, do Senado. O texto cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), que concede benefícios tributários para fortalecer a produção nacional de fertilizantes. O relator é o deputado Júnior Ferrari (PSD-PA).

Também está em pauta o PL 2766/21, do deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), que limita as multas por infrações contra consumidores. O valor poderá variar entre metade de um salário mínimo e 10 mil salários mínimos. O relator é o deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

Pedido de urgência
Os deputados também podem analisar um pedido de urgência para o PL 5900/25, do deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR) e de outros parlamentares.

O projeto impede que órgãos federais publiquem regras sobre manejo, criação, cultivo, transporte, licenciamento, crédito ou biossegurança de espécies usadas na produção agropecuária sem consultar antes o setor agrícola.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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