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Operações integradas das forças de segurança aumentam 32% e garantem queda dos crimes violentos em MT

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As ações do programa Tolerância Zero ampliaram 32% as operações integradas em Mato Grosso, realizadas a partir de ordens da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), entre janeiro e julho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024.

Conforme dados da Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop), responsável pelo planejamento e ordenamento das ações, nos setes meses deste ano foram deflagradas 178 operações, contra 134 realizadas no mesmo período do ano passado.

As operações integradas fazem parte de um planejamento de monitoramento de índices criminais e são deflagradas pela Secretaria de Segurança em regiões e municípios de forma estratégica no combate ao aumento da criminalidade, independentemente das operações desencadeadas pelas polícias Civil e Militar.

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, destacou que o programa Tolerância Zero ampliou o número de operações integradas em todo estado e vem contribuindo para redução expressiva dos índices criminais em diferentes modalidades.

“Os investimentos vindos do Tolerância Zero permitiram que os policiais civis e militares trabalhassem juntos em prol da população, não só nas ações preventivas, mas nas ostensivas de enfrentamento à violência e às facções criminosas. Foram realizadas ações integradas entre forças estaduais e federais nas 15 regionais de Mato Grosso e isso reflete na redução dos índices criminais”, ressaltou.

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O balanço do programa mostrou que nos primeiros sete meses o Tolerância Zero reduziu os principais indicadores criminais como roubo, furto, latrocínio e homicídios de dezembro de 2024 a junho de 2025.

Dentre as reduções estão: queda de 28% nos homicídios, de 535 para 385; redução de 37% nos roubos em geral, de 2.655 para 1.673; queda de 36% no índice de roubos de veículos, indo de 482 para 309.

As operações integradas, dentre elas Operação Vitae, Bairro Seguro, Metrópole Segura, Sonora e Olhos de Águia, são exemplos de força-tarefa que unem homens da Polícia Militar, Polícia Civil, Politec, Corpo de Bombeiros, além do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), com apoio de forças federais e municipais de segurança e são levadas aos 142 municípios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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