POLÍTICA NACIONAL

Nelsinho Trad celebra aniversário de 35 anos do SUS

Publicado em

Em discurso no Plenário nesta terça-feira (23), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) celebrou o aniversário de 35 anos do Sistema Único de Saúde, (SUS). Médico por formação, o parlamentar afirmou que o SUS é “uma das maiores conquistas sociais” do Brasil e elogiou, também, a Política Nacional de Medicamentos Genéricos, criada em 1999.

— Todos nós sabemos que o SUS é fruto da luta de gerações que acreditaram que a saúde não deve ser um privilégio, mas sim um direito universal e um dever das políticas públicas do Estado. É o maior sistema público de saúde do mundo, que oferece diariamente atendimento gratuito a milhões de brasileiros, desde vacinação até transplante de órgãos, da atenção básica à alta complexidade — disse.

Trad lembrou que a Política Nacional de Medicamentos Genéricos foi implantada durante a gestão do ex-governador e ex-senador José Serra no Ministério da Saúde, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. O senador afirmou que essa política “ampliou significativamente o acesso da população aos medicamentos” e que os preços dos genéricos são, em média, 60% mais baixos que os medicamentos de marca.

Leia Também:  Ministro da Educação responde a questionamentos de deputados na próxima semana

— A partir dela, milhões de brasileiros passaram a ter acesso a tratamentos eficazes, com preços mais acessíveis e qualidade comprovada, política que também impulsionou o desenvolvimento da indústria farmacêutica nacional. Desde a sua criação, essa política provocou uma verdadeira revolução. Hoje três em cada quatro medicamentos vendidos no país são genéricos. A economia gerada para o consumidor brasileiro ultrapassa R$ 240 bilhões desde a sua implantação — pontuou.

Trad defendeu que o SUS amplie o tratamento para diabetes e obesidade e ofereça à população medicamentos recentes, como Ozempic e Mounjaro.

— Quanto custa tratar diabetes? Quanto custa tratar hipertensão arterial? Quanto custa tratar acidente vascular cerebral, derrame, infarto agudo do miocárdio? Eu sou médico e posso dizer que doenças como essas, quando ficam crônicas, geram um gasto muito maior ao Sistema Único de Saúde do que se você as prevenir. E a gente sabe que essas canetas emagrecedoras podem influir, sim, na baixa dos impactos e das consequências dessas patologias na saúde do cidadão, ou seja, o quanto isso poderá ser benéfico para a saúde das pessoas — avaliou.

Leia Também:  PEC apresentada pelo governo restringe o acesso ao abono salarial de maneira gradual

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Hugo Motta comemora aprovação de projeto de combate à violência contra mulheres

Published

on

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), comemorou a aprovação do projeto que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta (PLP 41/26) foi aprovada pelos deputados em Plenário e será enviada ao Senado.

Motta ressaltou que a Câmara já aprovou diversos projetos no combate à violência contra a mulher e, em particular, ao feminicídio. “O Brasil chora com a morte de nossas mulheres, infelizmente, todos os dias”, disse ele, ao pedir 1 minuto de silêncio pelo assassinato de Karen Aparecida Ferreira Rosa, de 44 anos, que foi morta estrangulada dentro de casa em Cataguases (MG). Segundo a Polícia Militar, os agentes encontraram a filha de um ano da vítima ainda mamando junto ao corpo da mãe.

Motta afirmou que a homenagem é a maneira de demonstrar a revolta do Parlamento com essa agressão que acontece nas diferentes regiões do país. “Esta Casa só irá sossegar enquanto nenhuma mulher mais no Brasil for vítima de violência ou assassinato por seu companheiro ou por quem quer que seja”, afirmou.

Leia Também:  Relatório da LDO de 2025 prevê mais exigências para a meta fiscal

O presidente da Câmara reforçou que o tema não pertence a nenhum partido, mas é agenda de Estado.

Tragédia
A relatora do projeto aprovado, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse que o feminicídio citado por Motta expressa “da forma mais dolorosa, dramática e trágica” a situação das mulheres brasileiras.

“Encontrar uma mulher assassinada pelo seu ‘em tese’ companheiro e com filha de 1 ano agarrada a seu peito para ser amamentada, talvez não haja imagem mais explícita do significado dessa violência”, afirmou.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA