A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, prendeu, nesta sexta-feira (3.10), um homem, de 21 anos, condenado por um furto a um mercado em Pontal do Araguaia.
O crime ocorreu em março deste ano, quando três homens arrombaram a porta do mercado e furtaram R$ 7 mil, que estavam guardados em um cofre.
Na época dos fatos, a equipe da delegacia especializada identificou os envolvidos no furto e a autoridade policial representou pelos mandados de prisões dos três.
O jovem preso hoje estava respondendo pelo crime em liberdade, mas com uso de tornozeleira eletrônica como medida cautelar. Os outros dois, um segue preso e um está foragido.
Nessa quinta-feira (2), foi realizada a audiência de instrução e julgamento do caso e o jovem de 21 anos não compareceu. Diante da ausência, o juiz sentenciou dois dos três envolvidos a dois anos de prisão e expediu o mandado de prisão preventiva em desfavor da dupla.
Com a ordem judicial, na tarde desta sexta-feira (3), os investigadores da Derf Barra do Garças localizaram o condenado que estava respondendo em liberdade e cumpriram o mandado de prisão. Ele alegou que não compareceu ao tribunal por questões de trabalho.
A prisão foi comunicada ao juiz da Segunda Vara Criminal e o suspeito foi encaminhado à cadeia pública, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (27.5), três ordens judiciais tendo como alvo uma advogada, investigada por envolvimento em um suposto esquema de ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis.
As ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão na residência e escritória da advogada e um de quebra de dados telefônicos e telemáticos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.
As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal, com apoio da equipe de policiais da Delegacia do município.
Para garantir a legalidade e a regularidade dos atos, a Polícia Civil solicitou o acompanhamento de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante o cumprimento das medidas.
O inquérito policial para apuração dos fatos foi instaurado após registro de ocorrência no início deste ano, do ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis. Na ocasião, durante procedimento de revista promovido por policiais penais, foram localizados uma porção de maconha e dois carregadores de telefone celular em posse de um reeducando.
O material ilícito foi encontrado com o reeducando logo após atendimento jurídico realizado pela advogada, residente na cidade de Sapezal, levantando a suspeita de, supostamente, os produtos terem sido entregues por ela durante a visita.
Com base nas informações reunidas durante as diligências investigativas, foi representado pelas ordens judiciais contra a advogada, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. As buscas foram realizadas no escritório profissional e na residência da investigada, localizados em Sapezal. Durante as diligências, foram apreendidos um aparelho celular, um notebook e dispositivos de armazenamento digital.
As investigações seguem em andamento para completa apuração dos fatos.
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