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Mutirões eleitorais focarão em escolas de Pontes e Lacerda na próxima semana

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A Justiça Eleitoral promoverá, entre os dias 21 e 24 de outubro de 2025, três mutirões de atendimento, em escolas do município de Pontes e Lacerda, por meio da 25ª Zona Eleitoral. A iniciativa visa, principalmente, atender os cidadãos e cidadãs que ainda estão sem coleta biométrica, requisito importante para a segurança e agilidade no processo de votação. 

 

Além da biometria, serão oferecidos os serviços de alistamento (confecção do 1º título), revisão de dados, transferência de domicílio eleitoral, emissão de segunda via do título, entre outros. 

 

📍 Confira as datas e locais de atendimentos: 

21/10 – Escola Estadual de 1º e 2º Graus São José, das 8h às 18h 

22/10 – Escola Estadual Militar Tiradentes, das 8h às 18h 

24/10 – Colégio Dormevil Faria, das 8h às 20h 

 

As três unidades educacionais são locais de votação. Na Escola Estadual de 1º e 2º Graus São José, constam 280 pessoas aptas a votar que ainda não fizeram a biometria. Já na Escola Estadual Militar Tiradentes, 331 eleitores e eleitoras precisam fazer o cadastramento biométrico. No Colégio Dormevil Faria, são 335 pessoas aptas ao voto que ainda precisam coletar a biometria. 

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Além dos(as) estudantes, os mutirões também são uma oportunidade para a população dos bairros em que as escolas estão localizadas e do entorno terem acesso aos serviços eleitorais. Para cadastrar a biometria, basta apresentar um documento oficial com foto. No caso de regularização de título e mudança de endereço, também é necessário levar um comprovante de residência atualizado. Homens maiores de 18 devem mostrar o comprovante de quitação militar para tirar o primeiro título.      

 

🎓 Atenção, estudantes! 

 

Estudantes que desejarem regularizar o título ou realizar o alistamento poderão comprovar domicílio eleitoral em Pontes e Lacerda sem necessidade de requerimento formal. Para isso, deverão apresentar uma declaração escolar contendo: 

  • Nome do aluno 
  • Data de início do vínculo escolar 
  • Endereço informado na matrícula 
  • Assinatura do responsável pela instituição 

 

🤝 Compromisso com o acesso e a cidadania 

 

A juíza da 25ª Zona Eleitoral, Djéssica Giseli Küntzer, reforça que o mutirão é mais uma ação do TRE-MT em prol da acessibilidade e inclusão eleitoral, garantindo que todos os cidadãos e cidadãs tenham a oportunidade de regularizar a situação eleitoral e exercer o direito ao voto nas próximas eleições. “Convocamos a população que ainda não fez o cadastramento biométrico a procurar o atendimento da Justiça Eleitoral, pois a biometria fortalece a segurança do processo eleitoral e evita impedimentos futuros, como restrição no CPF e problemas de acesso a outros direitos cidadãos”. 

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Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem é um painel informativo sobre mutirões da 25ª Zona Eleitoral, em Pontes e Lacerda. À esquerda, há um quadro em tom marrom com os dizeres “MUTIRÕES – PONTES E LACERDA – 25ª ZONA ELEITORAL”. À direita, aparecem três fotos de escolas onde os atendimentos ocorrerão, como a EE São José, a Escola Estadual Tiradentes e a EE Dep. Faria. O conjunto destaca os locais que receberão os serviços eleitorais. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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