MATO GROSSO

Mato Grosso registra saldo positivo de empregos formais em setembro, com crescimento de 109%

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Mato Grosso encerrou o mês de setembro com saldo positivo de 3.737 novos postos de trabalho com carteira assinada, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na quinta-feira (30.10). O número representa um aumento de 109,4% em comparação ao mesmo período de 2024, quando o saldo foi de 1.785 empregos formais.

No total, foram registradas 56.798 admissões e 53.061 desligamentos no estado durante o mês. O desempenho reforça a tendência de recuperação e estabilidade do mercado de trabalho mato-grossense ao longo de 2025, com resultados positivos em todos os principais setores da economia.

O setor de serviços liderou a geração de empregos em setembro, com saldo de 1.069 novas vagas. Em seguida, aparece a agropecuária, com saldo de 911 postos, resultado expressivo se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando o setor registrou saldo negativo de -83.

A construção civil também manteve ritmo aquecido, com saldo de 889 empregos, seguida pela indústria (562) e pelo comércio (306).

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Entre os municípios, Cuiabá liderou a geração de vagas formais, com 846 novos postos, acompanhada por Lucas do Rio Verde (603), Várzea Grande (285), Sinop (232) e Primavera do Leste (207).

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, ressaltou que o expressivo crescimento na geração de empregos formais em relação ao mesmo período do ano passado evidencia a consolidação da economia mato-grossense e a confiança do setor produtivo.

“Ter um aumento de mais de 100% no saldo de empregos em comparação a 2024 mostra que Mato Grosso segue no caminho certo. É um resultado que reflete o esforço do governo em criar um ambiente favorável aos investimentos e o comprometimento do setor produtivo em continuar gerando oportunidades para a nossa população”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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