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Indígenas conhecem sistema para captação de recursos

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Na sexta-feira (31), o Departamento de Planejamento (Deplan) participou de uma ação estratégica voltada à capacitação de representantes dos povos indígenas de Mato Grosso, durante o evento, promovido pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), reuniu representantes de 46 povos indígenas em Cuiabá.
Durante a programação, a servidora Daniele Maria Silva, da Gerência de Gestão do Deplan, apresentou o Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre) como uma ferramenta essencial para a captação de recursos destinados ao financiamento de projetos comunitários indígenas. Os participantes foram orientados sobre o processo de cadastramento de entidades e submissão de propostas, com foco na ampliação das oportunidades de acesso aos recursos disponíveis.
Os recursos do Banco de Projetos e Entidades (Bapre), do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), são provenientes principalmente de acordos judiciais e Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), incluindo multas civis e outros valores recuperados pelo MPMT. Esses recursos são destinados a projetos sociais e a entidades públicas de direito privado, para serem aplicados em iniciativas de defesa de direitos e interesses difusos ou coletivos. Em 2025, já foram cadastrados 926 projetos.
A iniciativa visa fortalecer a autonomia das comunidades indígenas. A chefe do Departamento de Planejamento e Gestão, Annelyse Cristine Candido Santos, ressaltou a importância da parceria entre o Estado e as organizações indígenas. ‘O BAPRE é uma ponte entre os projetos comunitários e as oportunidades de financiamento que podem transformar realidades locais”, disse.
Como cadastrar – As propostas de projetos devem ser cadastradas no site do MPMT (aqui).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT leva palestra às escolas sobre preservação do patrimônio

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nesta quinta-feira (21), uma palestra sobre integridade e cidadania para estudantes da Escola Estadual João Brienne de Camargo, em Cuiabá. A atividade faz parte de um projeto voltado à prevenção de danos ao patrimônio público e ao incentivo da cultura de integridade entre os jovens da rede estadual de ensino.

Ao longo da palestra, os alunos foram convidados a refletir sobre o significado da democracia e sua relação com o dia a dia. A proposta foi demonstrar que a cidadania vai além do voto, envolvendo também responsabilidade coletiva e respeito às diferenças.

Os promotores de Justiça Gustavo Dantas Ferraz, da 10º Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá, e Marcos Bulhões dos Santos, da 9ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital, conduziram a roda de conversa com os estudantes.

Marcos Bulhões destacou a importância de estimular, desde cedo, a prática da ética. Segundo ele, pequenos atos do cotidiano também impactam o ambiente coletivo. “A ideia é despertar nos jovens a noção do que é certo e justo. Quando cada um faz a sua parte, contribui para um ambiente com mais confiança entre as pessoas”, afirmou.

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O promotor também reforçou que agir corretamente independe do comportamento dos outros. “Mesmo que muitas pessoas ajam de forma errada, é essencial manter a integridade. Isso faz bem para a consciência e para toda a sociedade”, acrescentou.

O idealizador do projeto, promotor de Justiça Gustavo Dantas Ferraz, ressaltou a importância de preservar o patrimônio público. “Os bens públicos são de todos. Eles existem graças ao esforço da sociedade e precisam ser cuidados por cada cidadão, inclusive dentro da escola”, explicou.

Para o coordenador pedagógico da escola, Gerson Luiz de Souza, a presença do Ministério Público contribui para reforçar orientações já realizadas no ambiente escolar. “A palestra foi muito importante, principalmente porque enfrentamos problemas de depredação. Quando essa mensagem vem de fora, ganha ainda mais força entre os alunos”, avaliou.

Na quarta-feira (20), as palestras foram realizadas na Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos Júnior “Jaiminho”, em Várzea Grande, no período da manhã, e na Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral, em Cuiabá, à tarde.

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Fotos: Luciana Silva

Fonte: Ministério Público MT – MT

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