MATO GROSSO

Estudantes já podem conferir as notas do Enem 2025 no site do Inep

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Estudantes da rede estadual de ensino que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, já podem conferir suas notas no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), na Página do Participante. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (16.1), pelo Ministério da Educação (MEC).

Na Página do Participante, é possível conferir tanto a nota da redação, quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas na prova. Para os treineiros, estudantes que ainda não concluíram o ensino médio em 2025, os boletins individuais devem ser publicados em até 60 dias.

Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públicas pelo Sistema Unificado de Ensino (Sisu). As inscrições podem ser realizadas de 19 a 23 de janeiro.

Para se inscrever no Sisu, não é necessário o envio de documentos, mas os selecionados devem observar os prazos e apresentar a documentação solicitada pelas instituições no momento da matrícula.

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Ao todo, o Sisu 2026 disponibiliza mais de 247 mil vagas, distribuídas em 136 instituições públicas de educação superior, com oferta em aproximadamente 7,3 mil cursos de graduação, incluindo modalidades presenciais, a distância (EaD) e, pela primeira vez, cursos semipresenciais.

Além disso, os estudantes também podem se inscrever no Programa Universidade para Todos (Prouni), período de 26 a 29 de janeiro; ou acessar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Na atual edição, o Enem contou 4,8 milhões de inscritos, registrando 72% de presença, de acordo com dados do balanço da aplicação.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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