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Polícia Civil deflagra operação contra quadrilha envolvida em roubos em Várzea Grande

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A Polícia Civil deflagrou, nesta segunda-feira (26.1), a Operação Plena Stop (ponto final), para desmantelar uma associação criminosa responsável pela prática de inúmeros roubos ocorridos em Várzea Grande nos últimos 30 dias.

Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e um terceiro alvo segue foragido. Um dos investigados presos, de 38 anos, é apontado como líder da quadrilha, ele teria participado de todos os roubos praticados contra postos de combustíveis e comércios de Várzea Grande, nesse período.

Roubos

As investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) apontaram que o grupo é autor de aproximadamente nove roubos ocorrido recentemente no município.

Entre eles, o de um posto de combustível no bairro 23 de Setembro, no dia 29 de dezembro de 2025, em que dois homens em uma motocicleta renderam o frentista responsável pelo caixa e levaram R$ 498.

O mesmo posto já havia sido alvo do grupo outras quatro vezes neste mês de janeiro: no dia 1º, quando foram levados 179 reais e o celular da atendente; no dia 4, com o roubo de 210 reais, cigarros e um celular; e nos dias 9 e 11, ocasiões em que os criminosos subtraíram 257 reais.

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“A equipe de investigação conseguiu identificá-los através das análises das imagens de câmeras de segurança e identificação da motocicleta”, disse o delegado Sérgio Luis Henrique de Almeida, responsável pela investigação do caso.

Após a prisão nesta segunda-feira (26), durante interrogatório, o líder do grupo confessou uma série de crimes cometidos, o outro suspeito, de 39 anos, disse ser pessoa em situação de rua e os dois alegaram serem usuários de drogas e que cometem os crimes para alimentar o vício.

Houve ainda um roubo a uma banca de frutas localizada na Avenida Ulisses Pompeo de Campos, em Várzea Grande, no dia 7 de janeiro, em que foi levado R$ 4 mil. Em todos os crimes, os investigados usavam uma arma de fogo. Em alguns o líder do grupo estava com um homem e em outros com uma mulher, que segue foragida.

“As investigações continuam, no intuito de identificar outros envolvidos nessa associação criminosa voltada para a prática de roubos”, afirmou o delegado Sérgio Luis Henrique de Almeida.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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