MATO GROSSO

Polícia Civil prende líder de facção criminosa suspeito de participar da execução de jovem em Colniza

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta segunda-feira (9.2), um homem de 22 anos, suspeito de envolvimento no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem João Vitor Ricardo de Amorim, de 20 anos. A vítima está desaparecida desde o dia 28 de janeiro.

O suspeito preso é apontado como uma das lideranças de uma facção criminosa na região de Colniza e como o último membro do grupo que cometeu o crime contra João Vitor que ainda estava foragido. Ele estava com mandado de prisão preventiva em aberto.

Ele foi localizado pela equipe da Delegacia de Colniza em uma região de mata de difícil acesso, dentro do Garimpo Miriru. Para chegar ao local, os policiais percorreram aproximadamente 100 quilômetros, sendo 70 km em viaturas e 30 km a pé, em meio à mata e dentro do garimpo.

Quando a equipe chegou ao suspeito, ele tentou fugir e sacar uma arma, mas, ao ver que estava cercado, entregou-se e foi encaminhado à delegacia.

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O crime

João Vitor Ricardo de Amorim está desaparecido desde o dia 28 de janeiro, quando saiu de casa para trabalhar, porém não chegou ao serviço e não deu mais notícias. As investigações apontam que o jovem havia saído da cadeia recentemente e tinha envolvimento com facções criminosas.

A motivação do crime estaria relacionada a um acerto de contas com integrantes da facção. O jovem teria sido sequestrado, torturado e executado por membros do grupo criminoso, que posteriormente ocultaram o corpo, o qual até o momento não foi localizado.

Na semana passada, outras pessoas já foram presas e menores, apreendidos, por envolvimento com o crime. O preso dessa segunda-feira seria o último membro do grupo.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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