Ministério Público MT

Rodrigo Fonseca Costa é eleito vice-presidente do CNPG no Centro-Oeste

Publicado em

O procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Rodrigo Fonseca Costa, foi eleito na quarta-feira (11) vice-presidente da Região Centro-Oeste do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG). A escolha ocorreu durante a primeira reunião ordinária de 2026, realizada no Escritório de Representação do Ministério Público do Estado da Bahia, em Brasília.“A atuação integrada dos Ministérios Públicos estaduais é fundamental para o fortalecimento institucional e para a construção de soluções que atendam melhor a sociedade brasileira. Pretendo contribuir para ampliar o diálogo, fortalecer nossas pautas prioritárias e representar o Centro-Oeste com dedicação, compromisso e foco no interesse social”, afirmou Rodrigo Fonseca Costa.A nova diretoria regional do CNPG eleita é composta pelos procuradores-gerais Alexandre Tourinho, na Região Norte; José Paulo Cavalcanti Filho, no Nordeste; Rodrigo Fonseca Costa, no Centro-Oeste; Antônio José Moreira, no Sudeste; Alexandre Saltz, no Sul; e Clauro Roberto de Bortolli, representando o Ministério Público da União.Durante o encontro, o CNPG ainda aprovou a nova organização dos grupos temáticos da entidade, resultado de um processo de diálogo entre os procuradores-gerais. O presidente do colegiado, Pedro Maia, procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Bahia, explicou que a reestruturação preserva a trajetória histórica dos grupos e aprimora a atuação finalística do Ministério Público. Segundo ele, a nova configuração amplia a integração entre áreas estratégicas e fortalece as deliberações colegiadas, garantindo mais coesão institucional.Os eixos temáticos serão coordenados pelos seguintes procuradores-gerais de Justiça: Pedro Maia (MPBA), no eixo de Assuntos Institucionais; Leda Mara Nascimento Albuquerque (MPAM), em Direitos Humanos; Alexandre Monteiro (MPAP), em Meio Ambiente, Sustentabilidade e Defesa do Consumidor; e Leonardo Quintans (MPPB), em Segurança Pública. Além da reorganização temática, a reunião também definiu os integrantes do Conselho Fiscal e dos novos coordenadores de grupos e comissões, conforme a estrutura aprovada.O encontro contou com a presença do corregedor nacional do Ministério Público, Fernando da Silva Comin, dos conselheiros do CNMP Jaime de Cassio Miranda e João Paulo Schoucair, e do ministro Carlos Brandão, presidente da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O procurador de Justiça do MPMT Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Procuradoria Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, também acompanhou os trabalhos.

Leia Também:  MPs lançam campanha de incentivo ao acolhimento familiar

(Com informações do CNPG)
Fotos: Dimmy Falcão | MPDFT

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

Justiça determina adequações em Casa Lar a pedido do MPMT

Published

on

A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Comodoro (a 644 km de Cuiabá) obteve, nesta quarta-feira (29), duas decisões favoráveis na Justiça que determinam ao Município a adoção de medidas voltadas à adequação estrutural, logística e administrativa da Casa Lar da Criança Recanto Feliz, unidade de acolhimento institucional de crianças e adolescentes. As decisões são resultado de duas Ações Civis Públicas ajuizadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após inspeção realizada em março deste ano, que identificou diversas irregularidades capazes de comprometer o atendimento integral e a proteção dos acolhidos.
Entre os problemas constatados estão a falta de acessibilidade arquitetônica, a inadequação dos espaços físicos destinados ao atendimento técnico, a ausência de equipe técnica exclusiva, além da insuficiência de veículos para o transporte das crianças e adolescentes. Também foi verificado que o Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Interno da instituição encontram-se desatualizados, em desacordo com as normas do Sistema Único de Assistência Social (Suas).
As decisões judiciais determinam que o Município adote uma série de providências para sanar as irregularidades apontadas, entre elas apresentar, no prazo de 10 dias, um plano de adequação estrutural; iniciar as obras necessárias em até 30 dias; disponibilizar veículo adicional para atendimento da unidade em 15 dias; e comprovar periodicamente o cumprimento das medidas impostas.
Também foi determinado que o Município implante equipe técnica mínima exclusiva, composta por um assistente social e um psicólogo, no prazo de 10 dias; comprove o atendimento técnico contínuo e a elaboração dos Planos Individuais de Atendimento (PIA) em até 15 dias; adeque integralmente o quadro de pessoal, incluindo cuidadores e coordenação; atualize o Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Interno no prazo de 60 dias; e implante programa de capacitação continuada dos profissionais em até 90 dias.
Em caso de descumprimento das determinações, a Justiça fixou multa diária de R$ 5 mil, limitada ao montante de R$ 100 mil, em cada uma das ações.
Nas ações, o MPMT destacou que a situação viola dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e compromete o princípio da prioridade absoluta assegurado às crianças e adolescentes pela Constituição Federal.
Segundo o promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho, cabe ao Município garantir condições adequadas de funcionamento da unidade. “Incumbe ao Município de Comodoro promover a adequação da estrutura física da Casa Lar da Criança Recanto Feliz, em sentido amplo, assegurando condições de acessibilidade, organização adequada dos espaços e suporte estrutural compatível com as diretrizes normativas, de modo a garantir atendimento digno, integral e inclusivo às crianças e adolescentes acolhidos”, afirmou.
O promotor acrescentou ainda que “a deficiência estrutural da unidade de acolhimento institucional, especialmente no que se refere à ausência de equipe técnica suficiente e qualificada, configura violação a direitos fundamentais de natureza coletiva, atingindo grupo determinado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, o que justifica a atuação do Ministério Público na defesa de interesses coletivos e individuais indisponíveis”.

Leia Também:  Promotora defende importância do debate sobre violência doméstica

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA