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Fundação Abrigo Bom Jesus pode ganhar projeto de aquaponia

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) realizou, nesta terça-feira (24), uma visita técnica à Fundação Abrigo Bom Jesus, em Cuiabá, para dar início ao estudo de viabilidade da implantação do projeto de aquaponia na instituição. A proposta é transformar parte do espaço do abrigo em uma estrutura sustentável de produção de alimentos, unindo criação de peixes e cultivo de hortaliças no mesmo sistema.

A aquaponia é uma tecnologia que integra a piscicultura com a hidroponia. Os resíduos produzidos pelos peixes servem como nutrientes para as plantas, enquanto as hortaliças ajudam a filtrar e purificar a água, que retorna limpa aos tanques.

O modelo é considerado sustentável, econômico e de baixo impacto ambiental, permitindo a produção de alimentos frescos em espaços reduzidos. Para a Fundação, que atua desde 1940 no acolhimento de idosos em situação de vulnerabilidade social e de saúde, a iniciativa pode representar reforço na alimentação diária e até geração de renda complementar com a venda do excedente.

Durante a visita, Juca destacou o potencial social do projeto.

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“A aquaponia é uma alternativa moderna e sustentável que pode garantir alimento de qualidade para os idosos e ainda abrir a possibilidade de uma nova fonte de renda para ajudar na manutenção do abrigo”, afirmou o deputado.

Ele também ressaltou a importância de fortalecer instituições que dependem de doações para continuar funcionando.

“Nosso compromisso é buscar soluções concretas. Além de contribuir com as refeições servidas aqui, o projeto pode gerar recursos extras e envolver os próprios idosos em uma atividade produtiva, promovendo dignidade e qualidade de vida”, completou.

A Fundação Abrigo Bom Jesus funciona 24 horas por dia, oferecendo moradia, assistência nutricional e cuidados especializados, e sobrevive majoritariamente com o apoio da comunidade. O estudo técnico deverá apontar os próximos passos para viabilizar a implantação do sistema no local.

Fonte: ALMT – MT

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ALMT derruba veto que taxa APAEs, limpa pauta de vetos e recebe projeto para construção de 60 mil casas populares

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta quarta-feira (24), uma sessão marcada pela derrubada do Veto 32/2026, aposto a Mensagem 65/2026, que concede isenção da Taxa de Segurança Contra Incêndio (Tacin) às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Mato Grosso, e pela limpeza da pauta de vetos do Poder Executivo. Ao todo, os deputados analisaram 36 vetos garantindo maior celeridade à tramitação das matérias.

Ao defender a derrubada do veto, o deputado Dr. João (MDB) destacou o relevante trabalho desenvolvido pelas Apaes no estado.

“As Apaes realizam um trabalho social, educacional e de reabilitação extraordinário. São 72 unidades espalhadas por Mato Grosso, acolhendo milhares de famílias e promovendo cidadania. É uma instituição que merece todo o nosso apoio”, afirmou.

Para o presidente da ALMT, deputado Max Russi, a sessão representa o compromisso do Parlamento em garantir celeridade à votação das matérias.

“Foi uma sessão extremamente produtiva. Conseguimos avançar na limpeza da pauta de vetos, o que dá mais agilidade aos trabalhos da Assembleia e permite que matérias importantes para Mato Grosso tenham a tramitação adequada. O Parlamento está cumprindo seu papel de debater, votar e deliberar temas essenciais para a população mato-grossense”, destacou Max Russi.

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Ainda durante a sessão, os deputados receberam hoje das mãos do governador Otaviano Pivetta, o projeto de lei que autoriza o governo do Estado a contratar empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal para viabilizar a construção de 60 mil moradias populares por meio do programa SER Família Habitação.

Outro veto amplamente debatido pelos parlamentares foi o Veto Parcial 20/2026, relacionado à Defensoria Pública. Apesar da mobilização de deputados favoráveis à derrubada, o veto acabou sendo mantido. Esse é o Veto parcial aposto ao Projeto de Lei 1576/2025, que estima a receita e fixa a despesa de Mato Grosso para o exercício financeiro de 2026.

O deputado Wilson Santos ressaltou a importância da instituição para a população mais vulnerável.

“A Defensoria Pública atende justamente aqueles que mais precisam que é o trabalhador humilde, a pessoa em situação de vulnerabilidade social. Não podemos permitir o enfraquecimento de uma instituição tão essencial”, argumentou Wilson Santos.

Dentre os vetos mantidos pelos deputados estão os de números 114/2025, 118/2025, 2/2026, 21/2026, 22/2026, 23/2026, 24/2026, 25/2026 e 26/2026.

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Os parlamentares também aprovaram a dispensa de pauta e votaram, em primeira votação, o Projeto de Lei Complementar 45/2026, que altera as Leis Complementares nº 555/2014 e nº 720/2022 para dispor sobre a idade limite de permanência dos militares estaduais na reserva remunerada.

Fonte: ALMT – MT

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