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Prefeitura de Sinop promove encontro estratégico sobre Zona de Processamento de Exportação hoje (12)

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e da Secretaria Municipal de Governo e Planejamento Estratégico, realiza hoje (12), às 18h, no Plenário Deputado Jorge Abreu, da Câmara Municipal de Vereadores, um encontro estratégico sobre Zona de Processamento de Exportação (ZPE), considerado um dos instrumentos mais relevantes para atração de indústrias, geração de empregos e expansão das exportações.

O evento contará com a presença e palestra do presidente da Associação Brasileira de Zonas de Exportação (ABRAZPE), Helson Braga. Na ocasião, além da troca de ideias e experiências com empresários dos mais diversos setores, Helson irá discutir o tema “Potencial e impactos da ZPE na economia de Sinop”.

Conforme destaca o secretário da Sedec, José Pedro Serafini, empresários e empreendedores que trabalham com importação ou exportação são convidados a participar do encontro. “Estamos chamando a todos que importam e exportam, não importa o quê, cereais, carnes, serviço, equipamentos, medicamentos, roupas, tudo isso. O Helson irá apresentar para todos nós de que forma Sinop pode se tornar uma ZPE e de que forma isso pode ajudar ainda mais a nossa economia local e regional”, explicou.

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De acordo com Serafini, ZPE é uma espécie de área alfandegária do Governo Federal em que são concedidas isenções de impostos federais para empresas instaladas nessa região. Além disso, há a possibilidade de envolver as esferas do Estado e do Município nesse processo colaborativo.

Para que seja possível implementar uma ZPE, alguns requisitos precisam ser cumpridos. Sobre isso, Serafini enfatizou que Sinop reúne condições favoráveis para avançar nessa pauta. “Sinop é a única cidade da região Centro-Oeste que atende condições para uma ZPE: aeroporto estruturado, duplicação da rodovia federal em andamento, ferrogrão a caminho e economia forte a nível regional”, listou.

O evento é realizado pela Prefeitura, com apoio da Câmara Municipal de Vereadores, Sicoob Norte MT, Ibis Hotel, Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial e Empresarial de Sinop (Aces), Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado de Mato Grosso (Sindusmad), Sindicato Rural de Sinop, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), União das Entidades de Sinop (Unesin), Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso (Acrinorte), Associação dos Hotéis de Sinop, Cooperativa Agro Industrial do Centro-Oeste (Coabra) e Cooperativa Agroindustrial do Norte de Mato Grosso (Coanorte).

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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