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Força Tática localiza suspeitos por salve e apreende 300 porções de cocaína em residência

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam dois homens faccionados, de 21 e 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta segunda-feira (16.3), na cidade de Jaciara. Com a dupla, foram apreendidas 300 porções de cocaína e mais de R$ 1 mil em dinheiro proveniente do crime.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática estava realizava operação e diligências na busca de suspeitos por crimes e receberam informações sobre a localização de dois faccionados que haviam realizado um salve, sessão de tortura, contra um homem, dias antes. Os suspeitos foram identificados pela vítima do crime.

Os policiais foram ao endereço informado e flagraram um dos suspeitos na frente da casa, tentando fugir ao ver a aproximação das viaturas militares. A Força Tática rapidamente conseguiu interceptar a fuga do suspeito já dentro do imóvel, onde o segundo criminoso também foi localizado e detido.

No local, foram encontrados 300 pinos de cocaína e a quantia de R$ 1.055,00 em dinheiro, proveniente do tráfico de drogas. Questionados, os dois homens confessaram que faziam a venda dos entorpecentes.

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Ainda na casa, mais 600 pinos vazios para armazenamento de drogas foram localizados, além de balanças de precisão, celulares, mochilas e outros materiais utilizados no tráfico.

Os dois criminosos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos para a delegacia da Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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