A Operação Lei Seca deste domingo (12.4) resultou na prisão de seis condutores e na apreensão de uma arma de fogo durante fiscalização na Avenida Frei Coimbra, no bairro Jardim Ouro Branco, em Várzea Grande.
Entre os presos estão, quatro por embriaguez ao volante, sendo um com agravante de ameaça e desobediência, e outro que estava portando arma de fogo de uso restrito com numeração raspada.
Além disso, um foi detido por entregar a direção de veículo a uma pessoa não habilitada e outro por desobediência, após tentar fugir e resistir a abordagem policial.
Durante a ação foram fiscalizados 135 veículos e aplicados 138 testes de alcoolemia, resultando em 93 Autos de Infração de Trânsito (AIT), conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI).
Dentre as autuações estão, 10 por conduzir veículo sob efeito de álcool e cinco por se recusarem a passar pelo teste, 46 por transitarem com veículos sem registro ou não licenciado e 18 por não possuírem habilitação.
Dos veículos fiscalizados, 69 foram autuados e 54 removidos, sendo 41 carros e 13 motocicletas.
Operação Lei Seca
A Operação Lei Seca é uma ação coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) com apoio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito, Sistema Socioeducativo, Policial Penal, Corpo de Bombeiros, Politec e Guarda Municipal de Várzea Grande.
A Escola Estadual de Tempo Integral Daury Riva tem se destacado com o projeto “Cultivando o Futuro: Educação, Sustentabilidade e Práticas na Escola”, uma iniciativa que vem transformando o processo de ensino-aprendizagem por meio da integração entre conteúdo pedagógico e práticas sustentáveis. A proposta busca estimular nos estudantes a consciência ambiental, hábitos saudáveis e o senso de responsabilidade com o meio em que vivem.
A partir da criação e manutenção de uma horta escolar, os alunos passam a vivenciar, na prática, conteúdos trabalhados em sala de aula. A experiência torna o aprendizado mais dinâmico, participativo e conectado à realidade, além de incentivar a curiosidade e a busca ativa por conhecimento.
Segundo o professor Cleber Borges dos Santos, que atua com protagonismo estudantil, o projeto fortalece o envolvimento dos alunos nas atividades da escola. “A gente incentiva muito a participação deles. No clube, eles trazem ideias, ajudam no plantio e se sentem responsáveis pelas ações. É um momento de interação, de trabalho em grupo e de desenvolvimento do respeito e da coletividade”, destacou.
Para o professor de matemática e pensamento científico, Eder Rodrigues dos Santos, a horta vai além do cultivo de alimentos. “Ela é um espaço de aprendizado prático, onde os alunos desenvolvem conhecimentos em ciência e matemática, além de valores como responsabilidade, paciência e trabalho em equipe. Investir na horta é investir em educação, saúde e futuro”, afirmou.
Os estudantes também relatam mudanças significativas na forma como enxergam o aprendizado e sua participação na escola. Kaiky Frasson, do 7º ano, conta que passou a se sentir mais valorizado. “Antes eu achava que minha opinião não fazia diferença, mas no clube aprendi que posso contribuir e ajudar a construir coisas com meus colegas. Isso me fez sentir protagonista”, disse.
Já Maria Luísa Oliveira Souza, também do 7º ano, destaca o ambiente acolhedor e colaborativo. “No clubinho eu me sinto respeitada e ouvida. A gente aprende a trabalhar em equipe, dividir tarefas e resolver problemas juntos. Isso me deixou mais confiante e responsável”, relatou.
Além de estimular o trabalho em equipe, o projeto contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e científico, já que os alunos são incentivados a observar, analisar e buscar soluções para os desafios encontrados no cultivo da horta.
Por fim, a diretora da escola Rosicacia Florêncio Costa, avalia que a iniciativa também fortalece a cultura maker, colocando os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado, com atividades práticas que desenvolvem autonomia e criatividade. “Ao compreenderem a origem dos alimentos e a importância da preservação ambiental, os jovens passam a adotar atitudes mais conscientes no dia a dia e a convivência na escola fica muito melhor”, finalizou.
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