POLÍTICA NACIONAL

Comissão promove seminário sobre a Nova Economia

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A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (19), seminário para discutir a Nova Economia. O evento será realizado às 14 horas, no Auditório Freitas Nobre.

O debate atende a pedido da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Segundo a parlamentar, a Nova Economia propõe um novo modelo de desenvolvimento, capaz de articular crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade ambiental.

Talíria afirma que a proposta parte do reconhecimento de que o Brasil e o mundo enfrentam uma crise multidimensional — econômica, social, climática e de representação política — que evidencia os limites dos modelos econômicos atuais.

A parlamentar acrescenta que a Nova Economia busca enfrentar desigualdades estruturais, estimular a reindustrialização baseada na inovação e promover a transição para uma economia de baixo carbono, com geração de trabalho digno e bem-estar social.

“Debater essa agenda no âmbito do Parlamento brasileiro é fundamental, uma vez que grande parte dos instrumentos necessários para viabilizar essa transformação depende também de iniciativas legislativas”, afirma a deputada.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Confúcio Moura critica demora na prestação de serviços públicos

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (18), o senador Confúcio Moura (MDB-RO) afirmou que a população enfrenta um desgaste crescente diante da demora e das barreiras encontradas para acessar serviços públicos. Segundo ele, o descompasso entre a realidade das pessoas e a capacidade de resposta das estruturas públicas se tornou um dos principais fatores de insatisfação no país.

— O cidadão brasileiro já enfrenta diariamente o peso do custo de vida, da instabilidade e das dificuldades cotidianas. E, muitas vezes, quando procura o Estado, para buscar soluções para seus problemas, encontra dificuldades, barreiras, burocracia e espera além do que é razoável — disse.

O senador também afirmou que a modernização dos serviços públicos ocorre de forma desigual e amplia diferenças sociais. Segundo ele, enquanto parte da população consegue resolver demandas digitalmente, muitos brasileiros ainda dependem de atendimentos presenciais e longos deslocamentos.

— O tempo perdido de quem necessita da estrutura pública para viver, produzir, recomeçar ou mesmo cuidar. Formam-se, com isso, dois tipos de brasileiros: os que conseguem resolver os seus problemas e os que passam anos esperando algo para seguir em frente, quando não sucumbem antes. O Estado não pode exigir, por meio do cumprimento imediato de leis, tanto para a população, quanto para aqueles que geram renda, uma eficiência na vida real, enquanto responde em câmera lenta — declarou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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