POLÍTICA NACIONAL

Humberto Costa critica publicidade das bets durante a Copa do Mundo

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O senador Humberto Costa (PT-PE) criticou a publicidade das bets feita durante as transmissões da Copa do Mundo. Durante pronunciamento em Plenário nesta terça (16), ele disse que a constante exposição desse tipo de propaganda incentiva o vício em jogos de azar e traz impactos sociais negativos. 

Segundo Humberto, a presença desses anúncios durante as partidas e nas plataformas digitais faz o público, inclusive crianças e adolescentes, associar o futebol às bets. Ele afirmou que a prática está transformando o futebol em uma vitrine para as empresas do setor.

— O esporte, que deveria formar cidadãos, foi sequestrado e está sendo usado para criar apostadores. O que está acontecendo no Brasil ultrapassou há muito tempo a discussão sobre um setor econômico. Estamos falando de uma tragédia social que mata pessoas, destrói famílias e dilapida patrimônios — declarou.

O senador defendeu um projeto de sua autoria, o PL 3.754/2025, que altera a legislação sobre bets para elevar para 21 anos a idade mínima dos apostadores, restringir a publicidade do setor, proibir o patrocínio de operadores em eventos públicos e fixar um limite mensal para as apostas realizadas por cada usuário. Também destacou a criação da Frente Parlamentar por um Brasil sem Jogos de Azar, que reúne parlamentares do Senado e da Câmara.

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— O futebol pertence ao povo, não pertence às plataformas de apostas. As emoções da Copa do Mundo pertencem às famílias, não pertencem aos algoritmos que estimulam apostas sucessivas. A esperança da juventude brasileira deve estar na educação, no esporte, na cultura, na ciência, no trabalho e no empreendedorismo, jamais na ilusão de que um clique predatório e doentio possa substituir o esforço de uma vida inteira — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Nova lei prevê divulgação de sintomas para facilitar diagnóstico do câncer infantil

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As campanhas de conscientização sobre o câncer em crianças e adolescentes deverão dar prioridade à divulgação dos principais sintomas e sinais clínicos da doença, para ampliar as chances de diagnóstico precoce. É o que estabelece a Lei 15.442/26, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A norma altera a Lei 14.308/22, que instituiu a Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica.

A legislação também determina a capacitação de profissionais de saúde, especialmente os que atuam na atenção primária, para identificar precocemente os sinais do câncer infantojuvenil.

O texto teve origem no Projeto de Lei (PL) 1986/24, do deputado Jefferson Campos (PL-SP), aprovado na Câmara em maio do ano passado. Sancionada sem vetos, a proposta especifica que as campanhas de conscientização previstas na Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica deverão divulgar os principais sintomas e sinais clínicos do câncer infantojuvenil. Antes da mudança, a lei previa a realização dessas campanhas, mas não definia o conteúdo a ser abordado.

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Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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