AGRONEGÓCIO

Encontro regional de produtores rurais em Jales, São Paulo

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No próximo dia 20 de março, quinta-feira, a cidade de Jales, situada a aproximadamente 586 km da capital paulista, sediará o Encontro Regional de Produtores Rurais. O evento, promovido pelo Sebrae-SP, ocorrerá das 13h às 19h na Escola Vocacional.

Destinado a agricultores, pecuaristas e profissionais do setor, o encontro visa promover a troca de experiências, atualização profissional e a adoção de novas tecnologias no campo. O Encontro Regional de Produtores Rurais em Jales representa uma oportunidade ímpar para os profissionais do agronegócio se atualizarem, ampliarem suas redes de contato e adotarem práticas inovadoras que contribuam para o desenvolvimento sustentável do setor.

Entre os destaques, os participantes poderão entender melhor como se proteger do endividamento rural, em uma palestra com Celso Penha Vasconcellos, advogado de Votuporanga, além de aprender sobre internacionalização de propriedades frutícolas e novos mercados, com Jorge de Souza, da Abrafrutas.

Programação Completa:

  • 13h00 – Abertura Oficial: Boas-vindas e apresentação dos objetivos do evento.

  • 13h30 – Palestra: Proteção contra o Endividamento Rural: Estratégias e orientações para gestão financeira eficiente no agronegócio.

  • 14h30 – Palestra: Internacionalização de Propriedades Frutícolas e Acesso a Novos Mercados: Técnicas para expandir a comercialização de produtos frutícolas no mercado internacional.

  • 15h30 – Intervalo e Networking: Momento para interação entre os participantes e visita aos estandes de exposição de produtos agrícolas.

  • 16h00 – Unidade Móvel de Capacitação: Demonstrações práticas de novas tecnologias e técnicas agrícolas.

  • 17h30 – Mesa-Redonda: Inovações Tecnológicas no Agronegócio: Discussão sobre as tendências e desafios da modernização no campo.

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Inscrições e Informações:

Para mais informações, entre em contato pelos telefones (17) 99775-7262 ou (17) 99678-4054.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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