VAGAS DE EMPREGO

Marfrig abre 180 vagas de emprego na unidade de Várzea Grande

Publicado em

Empresa líder na produção de hambúrgueres busca novos talentos para diversas funções operacionais e administrativas
A Marfrig está com 180 vagas de emprego abertas na unidade de Várzea Grande, em Mato Grosso.

A Marfrig, uma das maiores empresas de carne bovina do mundo e líder global na produção de hambúrgueres, está com 180 vagas de emprego abertas na unidade de Várzea Grande, em Mato Grosso. As oportunidades abrangem funções operacionais, técnicas e administrativas.

As vagas disponíveis são para os cargos de: Auxiliar Operacional (90 vagas), Faqueiro (20), Magarefe (20), Eviscerador (2), Atordoador (1), Refilador (20), Desossador (20), Lombador (3), Estoquista (2), Coletor de Dados (2), Torneiro Mecânico (1), Eletricista Industrial (3), Mecânico Industrial (2) e Assistente de Gente e Gestão.

O processo seletivo é aberto a todos os públicos, com a empresa reforçando o compromisso com a diversidade.

Entre os benefícios oferecidos estão:
Prêmio de Assiduidade; Seguro de Vida; Vale Transporte ou Fretado; Restaurante Interno; Vale Alimentação; Plano de Saúde e Odontológico; Programa Interno de Formação Profissional; Telemedicina; Convênio Farmácia; KIT Natal; Descontos em produtos Marfrig; Sorteio de kits de carne e ações de incentivo como o programa “Presença Mais que Premiada”.

Leia Também:  Fórum de Cuiabá realiza "Feira da Oportunidade" durante a 28ª Semana da Justiça pela Paz em Casa

A gerente de Recursos Humanos da Marfrig em Várzea Grande, Cláudia Rodrigues, explica que as contratações reforçam o compromisso da empresa com o desenvolvimento econômico e social da região.
“A Marfrig é uma empresa que valoriza o talento local e acredita no poder da inclusão e do crescimento conjunto. Essas novas oportunidades são um reflexo do nosso ritmo de produção, mas também da nossa missão de gerar impacto positivo nas comunidades onde estamos inseridos”, afirma Cláudia.

Como participar do processo seletivo:
Os interessados devem comparecer pessoalmente à unidade da Marfrig de segunda a sexta-feira, das 07h às 10h ou das 13h às 16h, levando documentos pessoais.
Endereço: Alameda Júlio Muller, nº 1650, Várzea Grande – MT.
Outras informações: (65) 99618-4016.

Sobre a Marfrig:
A Marfrig é uma companhia global com forte presença nas Américas do Sul e do Norte, empregando mais de 30 mil colaboradores. É reconhecida pela excelência de seus produtos e pelo compromisso com a sustentabilidade. Com uma capacidade de produção de mais de 222 mil toneladas de hambúrgueres por ano e abate diário superior a 29 mil bovinos, a empresa atua nos mercados nacional e internacional com carne in natura, processados, pratos prontos e derivados, além de couro.

Leia Também:  Governador vai a Ásia buscar novos investimentos para Mato Grosso

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Colheita passa da metade, mas chuva atrasa máquinas e aumenta risco de perdas

Published

on

A colheita do milho safrinha entrou na segunda metade no Brasil, puxada pelo avanço das máquinas em Mato Grosso. O ritmo nacional, entretanto, continua abaixo do registrado no ano passado, enquanto chuvas e elevada umidade dos grãos dificultam os trabalhos no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

O último levantamento consolidado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostrava 49,8% da área colhida até 18 de julho, ante 55,5% no mesmo período de 2025 e uma média de 56,7% nos últimos cinco anos. Dados estaduais divulgados posteriormente indicam que o País já ultrapassou a metade da área, embora ainda não exista um novo percentual nacional consolidado.

A segunda safra concentra aproximadamente 77% de todo o milho produzido no Brasil. A Conab estima uma colheita de 109,43 milhões de toneladas, dentro de uma produção total de 141,7 milhões de toneladas, considerando também as safras de verão e a terceira safra.

Mato Grosso está mais próximo de concluir os trabalhos. Até sexta-feira (24), os produtores haviam retirado o cereal de 90,66% da área, avanço de 11,74 pontos percentuais em uma semana. O índice supera ligeiramente os 90,37% observados no mesmo período do ano passado, mas permanece abaixo da média de 92,68% dos últimos cinco anos.

No Médio-Norte mato-grossense, principal polo produtor do cereal, a colheita chegou a 98,03%. Mantido o ritmo atual e sem novas interrupções climáticas, o Estado deverá encerrar a maior parte dos trabalhos entre o fim de julho e o início de agosto.

Mato Grosso deve colher um recorde de 57,06 milhões de toneladas, mais da metade de todo o milho segunda safra previsto pela Conab para o Brasil. A produtividade estadual foi estimada em 128,64 sacas por hectare, resultado favorecido pelo desempenho das lavouras do Médio-Norte.

A situação é diferente no Paraná. A colheita havia alcançado 29% da área no início da última semana, ante 40% no mesmo período de 2025 e 67% em 2024. Além do plantio mais tardio, as chuvas recentes impediram a entrada das máquinas em várias propriedades e mantiveram elevada a umidade dos grãos.

Leia Também:  Tudo pronto para o "6º Quero Mais Cultura" com a dupla Nico e Lau

O Paraná deverá concentrar a retirada do milho durante agosto. Parte dos trabalhos poderá avançar por setembro, especialmente nas áreas implantadas mais tarde. O Estado cultiva aproximadamente 2,9 milhões de hectares e espera colher cerca de 17,4 milhões de toneladas na segunda safra.

As precipitações da semana passada reduziram o ritmo, mas ainda não há confirmação de perdas expressivas provocadas diretamente pelas chuvas. Segundo técnicos do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), o principal efeito observado até agora é operacional. O excesso de umidade impede a colheita e aumenta os gastos com secagem, mas a extensão de eventuais danos dependerá do tempo de permanência do milho maduro no campo.

Quanto maior a demora, maior o risco de germinação dos grãos na espiga, ocorrência de fungos, tombamento das plantas e redução do padrão comercial. A umidade também pode provocar filas nos armazéns e limitar o recebimento das cargas, sobretudo quando muitos produtores retomam a colheita ao mesmo tempo após a abertura do tempo.

Em Mato Grosso do Sul, a retirada do cereal chegou a 15,8% da área até 17 de julho, ante 8,2% na semana anterior. Apesar da aceleração, o Estado permanece atrás do ritmo da safra passada. As chuvas registradas desde junho elevaram a umidade dos grãos e retardaram a entrada das máquinas.

A produção sul-mato-grossense está estimada em 11,14 milhões de toneladas, cultivadas em 2,2 milhões de hectares. Historicamente, a colheita ganha força na segunda quinzena de julho e atinge o pico entre o fim deste mês e o início de setembro. Por isso, o atraso atual ainda pode ser parcialmente recuperado se houver uma sequência de dias secos.

Leia Também:  Governo de MT busca investimentos com agência internacional do Japão e conhece GovTech Tokyo para melhorar serviços digitais

Goiás havia colhido 28% da área até 18 de julho. No Estado, a maior preocupação não está apenas no calendário. Períodos de estiagem registrados em abril e maio atingiram as lavouras durante fases importantes do desenvolvimento e reduziram o potencial produtivo em diferentes regiões.

A falta de chuva também afetou áreas de Minas Gerais, São Paulo e Piauí. Nesses locais, a colheita deverá confirmar perdas provocadas por espigas menores, falhas no enchimento dos grãos e redução da produtividade. O impacto varia conforme a época de plantio e o estágio em que cada lavoura enfrentou o déficit hídrico.

No Rio Grande do Sul, os temporais da última semana causaram alagamentos e danos em mais de 200 municípios. O impacto sobre a produção nacional de milho, porém, tende a ser limitado porque o Estado concentra sua produção na primeira safra, que já havia sido praticamente concluída antes das chuvas. Os maiores riscos imediatos estão nas estradas rurais, nas estruturas das propriedades e nas culturas de inverno.

Pelo calendário dos principais estados produtores, a maior parte da segunda safra brasileira deverá ser retirada até o fim de agosto. Áreas implantadas mais tarde no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em partes do Matopiba poderão permanecer no campo durante setembro.

O volume final continuará elevado, mas a diferença entre as regiões será significativa. Mato Grosso caminha para uma colheita recorde e praticamente concluída, enquanto produtores de outros estados ainda enfrentam atraso, umidade excessiva ou perdas causadas pela estiagem.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA