MARFRIG-VG

Marfrig abre 200 vagas de emprego em Várzea Grande com benefícios atrativos

Publicado em

Os empregados ainda contam com plano de saúde, atendimento via telemedicina, convênio com farmácias e plano odontológico, garantindo bem-estar e segurança para toda a família
Os empregados ainda contam com plano de saúde, atendimento via telemedicina, convênio com farmácias e plano odontológico, garantindo bem-estar e segurança para toda a família

A Marfrig, uma das maiores empresas de carne bovina do mundo e líder global na produção de hambúrgueres, está com 200 vagas abertas para sua unidade em Várzea Grande, em Mato Grosso. As oportunidades abrangem diversas funções e níveis de experiência, reforçando o compromisso da companhia com a geração de empregos na região.

Os cargos disponíveis incluem: Supervisor Operacional (3), Líder Operacional (5), Auxiliar Operacional (65), Faqueiro (20), Magarefe (20), Refilador (20), Desossador (20), Serrador (5), Atordoador (3), Eviscerador (2), Lombador (5), Operador de Empilhadeira (5), Estoquista (10), Coletor de Dados (2), Torneiro Mecânico (1), Eletricista Industrial (5), Mecânico Industrial (2), Operador de Sala de Máquinas (2) e Assistente de Controle de Qualidade (5).

“A Marfrig tem um compromisso sólido com o desenvolvimento econômico da região e a geração de empregos de qualidade. Buscamos profissionais comprometidos e oferecemos oportunidades com benefícios que valorizam nossos colaboradores”, afirma Cláudia Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da unidade em Várzea Grande.

Leia Também:  Feiras do agronegócio em 2025: oportunidades para inovação e crescimento do setor

Benefícios e Oportunidades

Os colaboradores contratados terão direito a prêmio de assiduidade, seguro de vida, vale-transporte ou transporte fretado, além de um programa interno de formação profissional. A empresa também disponibiliza vale-alimentação, restaurante interno, kit de Natal e sorteios de kits de carne. Outras vantagens incluem o programa “Presença Mais que Premiada”, no qual os funcionários recebem uma peça de carne como reconhecimento, além de descontos exclusivos em produtos Marfrig.

Os empregados ainda contam com plano de saúde, atendimento via telemedicina, convênio com farmácias e plano odontológico, garantindo bem-estar e segurança para toda a família.

Como Participar

Os interessados devem comparecer ao processo seletivo de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h ou das 13h às 16h, levando documentos pessoais. O endereço para inscrição é Alameda Júlio Muller, Nº 1650, Várzea Grande. Para mais informações, os candidatos podem entrar em contato pelo telefone (65) 99618-4016.

Sobre a Marfrig

A Marfrig é uma das companhias líderes em carne bovina e maior produtora de hambúrguer no mundo, com receita líquida de 22,3 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2022 e capacidade diária de abate de mais de 29.100 bovinos em suas unidades da América do Sul e América do Norte, bem como capacidade de produção de 222.000 toneladas de hambúrgueres por ano.

Leia Também:  "Nenhuma gestão valorizou e deu tantas oportunidades aos servidores como a do prefeito Emanuel Pinheiro", afirma servidora com 35 anos de Prefeitura

Emprega mais de 30.000 colaboradores, distribuídos em 31 unidades produtivas, processa e comercializa carne in natura, produtos processados, pratos prontos à base de carne bovina, produtos complementares e derivados de carne, além de couro para os mercados doméstico e internacional. Reconhecida pela qualidade de seus produtos e por sua atuação sustentável, a Marfrig mantém projetos pioneiros para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

Published

on

A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

Leia Também:  Mutirão do DAE vai identificar e corrigir problemas no Jardim dos Estados

Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

Leia Também:  Maior movimento feminino da história mobilizou mais de 4,5 mil mulheres

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA