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STF retoma audiências do processo sobre assassinato de Marielle

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STF retoma audiências do processo sobre assassinato de Marielle
Agência Brasil

STF retoma audiências do processo sobre assassinato de Marielle

O Supremo Tribunal Federal ( STF ) retomou nesta segunda-feira (9) os depoimentos de testemunhas na ação penal dos acusados de atuaram como os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco , em 2018, no Rio de Janeiro.

Foram ouvidas hoje as primeiras testemunhas arroladas pela defesa dos réus. Os depoimentos devem se estender até o fim deste mês e são dirigidos pelo juiz Airton Vieira, auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. Cerca de 70 pessoas foram arroladas. Os réus vão prestar depoimento após as oitivas de todas as testemunhas.

No processo, são réus o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Domingos Brazão; o irmão dele, deputado federal Chiquinho Brazão (Sem Partido-RJ); o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; e o major da Policia Militar Ronald Paulo de Alves Pereira. Todos respondem pelos crimes de homicídio e organização criminosa e estão presos.

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Entre as pessoas chamadas para prestar depoimento estão as promotoras do Ministério Público do Rio Letícia Emile e Simone Sibilio, responsáveis pelas investigações iniciais do caso Marielle. Elas foram indicadas pelos advogados de Chiquinho Brazão.

Em petição enviada ao ministro Alexandre de Moraes, as promotoras pediram dispensa dos depoimentos.

“É fato público e notório que ambas atuaram, no âmbito do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, como promotoras de Justiça na Força-Tarefa encarregada do Caso Marielle Franco, Anderson Gomes e Fernanda Chaves, subscrevendo a denúncia, o que impede que deponham como testemunhas nesta ação penal”, justificaram as promotoras.

No mês passado, na primeira fase de depoimentos, foram ouvidas as testemunhas de acusação, que foram indicadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os principais depoimentos foram prestados pelos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Ambos confessaram participação no assassinato.

Em um dos depoimentos, Lessa disse que os réus são “pessoas de alta periculosidade”. Ele assinou acordo de delação premiada e assumiu ter atirado em Marielle a mando dos irmãos Brazão.

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Fonte: Nacional

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AGRONEGÓCIO

Ex-ministro Neri Geller participa de debate na GloboNews sobre Licenciamento Ambiental

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Ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Neri Geller
Ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Neri Geller

Na noite deste sábado (09), a GloboNews promoveu um debate de alto nível sobre a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, tema considerado estratégico para o futuro do agronegócio brasileiro. Entre os convidados, esteve o ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Neri Geller, que foi relator do projeto de lei na Câmara dos Deputados.

O convite feito pela emissora ao ex-ministro reforça o reconhecimento nacional da sua liderança e conhecimento técnico na área, especialmente por ter conduzido a tramitação do PL em diálogo com a classe produtiva, a indústria e o setor ambiental.

Durante o programa, mediado pelo jornalista e ambientalista André Trigueiro, Neri Geller defendeu a importância da nova lei para destravar investimentos e reduzir a burocracia, garantindo prazos para manifestação de órgãos como IPHAN, ICMBio e Incra, sem abrir mão da responsabilidade ambiental.

“O Brasil precisa avançar no desenvolvimento socioeconômico com responsabilidade. É possível produzir e preservar, e o produtor rural é parte dessa solução”, destacou Geller.

A bancada contou ainda com a participação de Suely Araújo, ex-presidente do Ibama e atual coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima, que apresentou contrapontos à proposta.

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Para os produtores rurais de Mato Grosso, especialmente do interior do estado, o debate trouxe informações relevantes sobre os 63 vetos presidenciais à lei, que agora devem ser rediscutidos no Congresso Nacional. Segundo Geller, a derrubada de alguns desses vetos é fundamental para assegurar segurança jurídica e competitividade ao agro brasileiro.

O programa reforçou o papel de Mato Grosso e de seus representantes no cenário nacional, mostrando que a pauta ambiental e a produção agropecuária podem caminhar juntas, fortalecendo a imagem do estado como potência produtiva e sustentável.

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