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Finais do Torneio Internacional de Beach Tennis de Sinop aconteceram ontem (24); veja os campeões

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O Torneio Internacional de Beach Tennis disputado em Sinop, nas modalidades BT 50 e BT 100, chegou ao fim neste final de semana. Domingo, ontem (24), aconteceu as finais na modalidade BT 100 do feminino e masculino. O torneio distribuiu US$ 10 mil (R$ 54 mil) aos ganhadores do BT 100 e US$ 4 mil (R$ 22 mil) aos vencedores do BT 50.
 
Na primeira final do BT 100 deste domingo, as atletas Maria Nakamura e Juliana Carvalho (55 no ranking mundial) enfrentaram a matogrossense Sophia Fiedler (Rondonópolis), número 119 no ranking mundial, que jogou ao lado da catarinense Beatriz Valéria, e venceram por 6/3 e 7/5. Além de somarem 100 pontos no ranking mundial, Maria e Juliana ganharam R$ 54 mil em prêmio.
 
“A gente está muito feliz. A gente sabe que as condições climáticas aqui é bem diferente do nosso habitual, muito calor. Hoje estava ventando, então as condições estavam um pouco diferentes, mas a gente sabia que seria um jogo complicado e teria que impor nosso ritmo para levar o título”, comentou a atleta campeã, Maria Nakamura.
 
Juliana Carvalho, também campeã do BT 100, destaca que o maior desafio da dupla foi driblar a adversidade do clima. “Elas jogaram bem, estão acostumadas com as condições do calor, nós tivemos que nos adaptar. Mas a gente soube lidar bem com essa diversidade  e conseguimos sair vitoriosas”, expressou ela.
 
Na segunda partida do dia, a dupla paranaense Miguel Peres e Richard Gomes disputaram o campeonato contra Pedro Mattos e Lucas Lima, levando a melhor e vencendo o torneio por 7/5 e 6/2. Peres e Gomes também somaram 100 pontos no ranking mundial e levaram uma premiação de R$ 54 mil.
 
“A energia de Sinop é sensacional. A gente conversou muito sobre isso. As pessoas são muito acolhedoras. Quero agradecer ao Caio que nos deu todo suporte enquanto estivemos aqui. O neto, o pessoal dos bengalas, a torcida. Mas Sinop é show”, comentou o atleta campeão do BT 100 masculino, Richard Gomes.
 
Miguel Peres destacou que o diferencial da dupla é sempre jgar com alegria. “Nós temos essa forma de sempre jogar com alegria e acredito que esse é o nosso diferencial. Acredito que assim a gente atrai o público para gente a cada jogo, a cada torneio. Tô muito feliz com o apoio da galera, me senti em casa totalmente. To com a pulseirinha desde o começa, BT 100 Sinop, vou ficar com ela guardada, vou jogar e vai me dar sorte sempre”, comentou ele.
 
Na quinta-feira (21), a final do BT 50 repetiu a mesma formação da final masculina de ontem. Na oportunidade, Pedro Mattos e Lucas Lima levaram a melhor sobre Miguel Peres e Richard Gomes, levando o título de campeões e somando 50 pontos no ranking mundial. A dupla ganhou também, R$ 22 mil em prêmio.
 
No feminino a final do BT 50 foi disputado pelas duplas Viviane Kobo e Ana Luiza Santos; contra Yasmine Aires e Manuela Archeti. Viviane e Ana venceram pelo placar de 6/7 (8/6), 6/4 e 11/9. As atletas também somaram 50 pontos no ranking mundial e levaram para casa um prêmio de R$ 22 mil.
 
As disputas ocorreram no Orla do Aquarela das Artes. Foram seis dias de torneio que reuniu atletas brasileiros, italianos, venezuelanos e portugueses. O evento internacional foi transmitido ao vivo pelo canal no youtube da PlayBT.
 
O torneio contou com patrocínio da Fobel e Hotel Íbis, da Ayla Móveis, Cria Amigos e Royal Prestige e conta com os apoios da Lei de Incentivo do Governo Federal através do Ministério do Esporte, também da Lei de Incentivo ao Esporte da Prefeitura de Sinop. A realização foi da Hornets, Arena Beachpeak e Arena Ravenna, Federação Matogrossense de Tênis, Confederação Brasileira de Tênis e Federação Internacional de Tênis.

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Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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