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Prefeitura de Sinop já realizou mais de 300 consultas com oncologista no Núcleo Avançado de Especialidades

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Saúde, já realizou mais de 300 consultas com médico especialista em oncologia no Núcleo Avançado de Especialidades (NAE). O número foi registrado desde fevereiro, quando a unidade iniciou os atendimentos com foco na ampliação da oferta de especialidades médicas no município. Além das consultas, mais de 50 cirurgias ambulatoriais relacionadas à oncologia também já foram realizadas no local.

O secretário municipal de Saúde, Erico Stevan, explicou que antes os pacientes precisavam se deslocar para outras cidades, como Cuiabá e Nova Mutum, para realizar consultas e procedimentos especializados. “Isso é prezar pela humanização no atendimento. O pedido do nosso prefeito Roberto Dorner e do vice-prefeito Paulinho foi justamente esse. Muitos pacientes iam para fora e hoje eles são atendidos aqui no município de Sinop. As pessoas de Sinop são atendidas aqui no Núcleo Avançado de Especialidades”, disse.

Para o secretário, a implantação do atendimento oncológico no município atende a uma demanda necessária de disponibilizar consultas com especialistas para que a população consiga mais agilidade no tratamento. “No NAE está disponível não só o atendimento da oncologia, mas também da dermatologia e de alguns pequenos procedimentos, como a biópsia de pele. São procedimentos que os pacientes precisavam ir até a capital do estado e hoje são feitos aqui em Sinop. O município oferece realmente um serviço de qualidade e de alta complexidade para a população, sendo feito na própria cidade”, completou.

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O médico oncologista Fidelis Manes explicou a importância da implantação do serviço no município. “Essa proposta de oferecer a primeira consulta em oncologia para pacientes com suspeita de câncer é muito importante. Esses pacientes chegam até nós no NAE encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde. Após a avaliação inicial, realizamos a consulta para confirmar ou descartar a suspeita. Alguns pacientes já chegam com exames que indicam forte suspeita, enquanto outros precisam realizar exames complementares para conclusão do diagnóstico”, disse.

O especialista também reforçou que alguns procedimentos são realizados no próprio NAE, o que reduz a espera dos pacientes pelo diagnóstico ou tratamento. “O segundo passo é a realização de biópsias. Algumas conseguimos fazer aqui na unidade, outras precisam de encaminhamento para exames específicos, que também são organizados por nós. Além disso, realizamos cirurgias ambulatoriais para tumores de pele, que são muito comuns. Em muitos casos, conseguimos retirar toda a lesão aqui mesmo, sem necessidade de encaminhamento para outros centros. Isso desafoga o sistema e permite um tratamento mais rápido para os pacientes”, afirmou o médico.

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A aposentada Teresa Maria, que passou pela consulta com o médico oncologista, disse que aprovou o atendimento e a agilidade em que a consulta foi agendada. “Eu fiz a consulta oncológica e gostei do atendimento. Ainda estamos investigando o que tenho, porque tenho uma feridinha na boca. O atendimento foi muito rápido e fui bem atendida”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde reforçou que o fluxo de atendimento dentro da rede municipal de saúde é iniciado sempre nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). “O paciente passa pela UBS, solicita a APAC, que é o laudo médico para procedimentos de alta complexidade, e segue para o setor de regulação. Lembrando a população que já temos algumas especialidades com filas zeradas, então o paciente já sai com data e horário marcados. Em muitos casos, até cirurgias já são agendadas. Temos também mutirões em andamento, como de bariátrica, catarata e pterígio. O processo é o mesmo: o primeiro passo é procurar a UBS, solicitar a APAC e seguir para a regulação”, finalizou Erico Gonçalves.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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