Várzea Grande

Professora personaliza cadernos com imagem e nome do aluno para despertar o interesse pela leitura

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Um projeto que nasceu da junção da língua portuguesa, matemática e arte – o Leiturarte – vem desenvolvendo nos alunos do 5º ano da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Jayme Veríssimo de Campos Júnior, o gosto pela leitura, e transformando o ato em uma prática prazerosa e constante. A iniciativa, da professora Graziela Cristina Marques de Arruda, nasceu da preocupação com relação a dificuldade apresentada pelos alunos durante a leitura, e o constante interesse nas aulas de artes.

“A partir do momento que começamos a trabalhar esse projeto, percebemos um avanço grande e a motivação das crianças, se engajando nas atividades propostas. A ideia de personalizar um caderno com a imagem e o nome do aluno, despertou neles o interesse, houve uma motivação e um cuidado maior com o seu material. Os alunos estão fascinados pelo projeto e muito mais participativos na realização das atividades” destacou.

A educadora disse que o Leiturarte é um projeto que visa o desenvolvimento pedagógico. “Eu acredito que cada vez que a gente trabalha e que busca o melhor para os nossos alunos, há um rendimento maior, e melhor serão os resultados. E a partir do momento em que eu entreguei aos pais os cadernos com a imagem do filho, eles ficaram encantados, e confidenciaram que as crianças passaram a ter mais responsabilidade com as tarefas e com as leituras dentro do caderno que são textos diversificados, coloridos”.
Graziely Gonçalina de Campos Barbosa é mãe do aluno Luiz Miguel de 10 anos. Ela conta que o projeto trouxe muito desenvolvimento para o ensino e aprendizado do seu filho. “O leiturarte é um projeto maravilhoso, rico em sabedoria e perfeição. O meu filho é autista e vem avançando muito nas leituras e no aprendizado e eu como mãe me sinto orgulhosa. O fato do caderno ter a imagem dele, o incentiva a querer aprender mais e mais”.

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A mãe do aluno elogiou também a iniciativa da professora Graziela que vem buscando inovações para as crianças e para que eles possam melhorar o ensino aprendido.

A diretora da unidade escolar, Marina Bernardo Viana ressalta que o projeto tem contribuído muito para o avanço das crianças na questão da alfabetização, do letramento. “Esse projeto é lúdico e tem estimulado bastante a criatividade das crianças, e na melhora da escrita e fortalece na interpretação de texto, e a gente vê que é um desenvolvimento integral dos alunos. É um projeto pensado nas necessidades da sala de aula dessa turma. E além da melhora na escola tem contribuído também no ambiente familiar”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Saúde de Várzea Grande reforça medidas para identificação de casos da doença

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Várzea Grande segue sem registros de casos de meningite em 2026. Mesmo assim, a Secretaria Municipal de Saúde tem reforçado aos profissionais, especialmente das unidades de pronto atendimento, a importância de fazer o chamado ‘manuseio da meningite’, com identificação de sintomas – mesmo que em caráter de suspeita – para atendimento e notificação imediatos, e da notificação compulsória, ou seja, obrigatória.

“O atendimento pontual e ágil vai fazer toda a diferença em casos de confirmação da doença, independentemente de ser meningite viral ou bacteriana. Essa celeridade vai impedir a transmissão para outras pessoas e até mesmo, ofertar um tratamento em tempo, que pode ser crucial para a plena recuperação do paciente”, frisa a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira.

Conforme dados atualizados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) da Secretaria de Estado de Saúde (SES MT), foram confirmados 29 casos de meningite e 8 óbitos pela doença em Mato Grosso.

No final do ano passado, técnicos da Pasta passaram por uma capacitação em meningite ofertada pelo governo do Estado. “A doença tem um sintoma bastante característico que liga o alerta para urgência de atendimento, e até mesmo de isolamento, que é o chamado diagnóstico diferenciado, a rigidez da nuca”, explica a Maria José Neves, enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município.

Em casos de rigidez na nuca, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal. Nos locais, a equipe médica vai avaliar o paciente e avaliar se cabe um tratamento medicamentoso em casa, ou, se é o caso de isolamento imediato. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias, fungos e outros microrganismos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

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A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

INICIATIVAS – Como forma de evitar a confirmação de casos, além de ofertar vacinas, as equipes de saúde estão desde o início do ano letivo realizando busca ativa nas escolas públicas para atualização da caderneta de vacinação. Crianças e jovens com dose em atraso, ou sem o registro dela, são imunizados na escola mesmo, após prévia autorização dos pais.

“Muitas vezes, ficamos sem poder atualizar as cadernetas porque os pais e ou responsáveis não autorizam a vacinação. É preciso ter ciência que a vacina salva vidas e previne contra várias doenças. Precisamos ampliar os índices de cobertura da população, mas para isso, temos de contar com a conscientização. Estamos em plena busca ativa de pessoas dos grupos prioritários para receber as doses específicas, estamos indo até as pessoas, tudo para facilitar e abreviar o acesso aos imunizantes. Precisamos da colaboração”, reforça a secretária.

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No último sábado, dia 25, quando Várzea Grande realizou o ‘Dia D’ de vacinação contra influenza, por exemplo, todas os grupos elegíveis às doses tiveram as cadernetas e carteirinhas de vacinação atualizadas.

Quem estava com doses em atraso, pôde receber vacina contra sarampo, covid-19 e em caso de vacinas com dias específicos de aplicação, as pessoas foram orientadas a retornar à unidade de saúde na data correta.

PROTEÇÃO – O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Os imunizantes previstos pelo Programa Nacional de Imunizações estão disponíveis nas 25 Unidades Básicas de Saúde de Várzea Grande, conforme os públicos e faixas etárias definidos pelo Ministério da Saúde e atendendo à rotina da Sala de Vacinação das unidades para evitar desperdício de doses, com o descarte de imunizantes sem a total utilização.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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