Várzea Grande

Sine-VG disponibiliza 568 vagas de trabalho sendo 81 delas para PCD  

Publicado em

As vagas são atualizadas semanalmente e podem ser consultadas presencialmente ou pelo site da Prefeitura, no link “Trabalha VG”

O Sistema Nacional de Emprego de Várzea Grande (Sine-VG) está com 568 vagas abertas nesta última semana de outubro, sendo 81 delas destinadas às pessoas com deficiência (PCD). As oportunidades abrangem diversas áreas, como auxiliar de linha de produção (105), auxiliar de limpeza (59), balanceiro (40), armador de ferros (20), pedreiro (20), operador de vendas (24), auxiliar de estoque (22), servente de obras (23), jardineiro (10), operador de caixa (10), chefe de serviços de limpeza (10), vendedor interno (8), servente de pedreiro (10), entre outras funções.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Mário Quidá Neto, destaca que o Sine tem papel essencial na geração de oportunidades e na intermediação entre empresas e trabalhadores. “Nosso objetivo é facilitar o acesso ao mercado de trabalho e apoiar o crescimento econômico de Várzea Grande, conectando quem precisa de emprego com quem busca novos talentos”, afirmou.

O Sine-VG funciona no segundo andar do Várzea Grande Shopping, junto ao Centro de Cidadania, e é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que também atende no local. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, sem intervalo para almoço.

Leia Também:  Semáforo em manutenção

As vagas são atualizadas semanalmente e podem ser consultadas presencialmente ou pelo site da Prefeitura, no link “Trabalha VG”, disponível em www.varzeagrande.mt.gov.br

As vagas cadastradas esta semana são para: açougueiro (2), agente de inspeção de qualidade (4), ajudante de carga e descarga de mercadoria (4), ajudante de padeiro (5), analista de logística (1), armador de ferros (20), assistente de vendas (6), assistente de controladoria (4), atendente de balcão (1), atendente de lanchonete (3), atendente de lojas (11), auxiliar administrativo (1), auxiliar contábil (2), auxiliar de estoque (22), auxiliar de expedição (4), auxiliar de escritório (1), auxiliar de compras (1), auxiliar de limpeza (59), auxiliar de linha de produção (105), auxiliar geral de conservação de vias permanentes – trilhos (1), auxiliar operacional de logística (1), balanceiro (40), carpinteiro (20), caseiro (1), chefe de serviços de limpeza (10), conferente de carga e descarga (1), consultor de vendas (2), cozinheiro geral (1), eletricista (2), eletricista de instalação industrial (2), encanador (1), encarregado de manutenção (3), estoquista (7), jardineiro (10), mecânico de manutenção de aparelho de refrigeração (2), motorista carreteiro (1), motorista de caminhão (6), motorista entregador (2), motorista de caminhão guincho pesado com munk (2), oficial de manutenção (3), oficial de manutenção civil (8), operador de caixa (10), operador de empilhadeira elétrica (5), operador de telemarketing ativo e receptivo (1), operador de vendas (lojas) (24), pedreiro (20), pintor de obras (2), porteiro (1), promotor de vendas (6), recepcionista atendente (1), repositor de mercadorias (1), servente de limpeza (8), servente de obras (23), servente de pedreiro (10), supervisor de logística (1), técnico de edificações (2), técnico de manutenção industrial (1), técnico em eletromecânica (1), técnico em segurança do trabalho (1), torneiro mecânico (1), vendedor no comércio de mercadorias (2) e vendedor interno (8).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Advertisement

Várzea Grande

Várzea Grande avalia implantar cafeicultura para fortalecer agricultura familiar

Published

on

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável iniciou as discussões para avaliar a implantação da cafeicultura entre produtores da agricultura familiar do município. A proposta é buscar recursos do programa MT Produtivo, do Governo de Mato Grosso, por meio da COOPLÍDER, e diversificar as atividades produtivas entre as famílias.

Dois encontros já ocorreram e reuniu representantes dos pequenos produtores e técnicos da Embrapa, Empaer, Sindicato Rural, Senar e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande.

O projeto ainda está em fase de construção e depende de estudos que comprovem a viabilidade técnica e econômica da produção de café em Várzea Grande. Entre os fatores avaliados estão as características do solo, volume de chuvas anual, necessidade de adubação, disponibilidade de água e estrutura para irrigação.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, explica que o município terá papel direto na orientação dos pequenos produtores.

“Nosso papel é dar todo o suporte técnico ao produtor, por meio da Empaer – escritório de Várzea Grande – e dos técnicos da secretaria. Mas não vamos colocar o agricultor em uma atividade sem antes verificar se existe viabilidade. É preciso ter perfil, interesse, água e condições de irrigação. A ideia é construir um projeto seguro e sustentável para a agricultura familiar”, afirmou.

Segundo ele, alguns produtores já possuem poços artesianos e sistemas de irrigação, o que pode favorecer a implantação da cultura em determinadas áreas. A avaliação, no entanto, será individualizada, considerando as características de cada propriedade.

A proposta prevê a possibilidade de a COOPLÍDER buscar até R$ 3,6 milhões em recursos. Desse total, R$ 3 milhões são recursos não reembolsáveis, enquanto 20%, ou R$ 600 mil, correspondem à contrapartida da cooperativa.

Leia Também:  Secretaria da Saúde disponibiliza carteira a pacientes portadores de fibromialgia

Os recursos poderão ser utilizados na aquisição de mudas, adubos, equipamentos de irrigação e outras estruturas necessárias para a implantação da cadeia produtiva.

Para o representante da COOPLÍDER, João Paulo Moura, o café pode representar uma alternativa de renda de longo prazo para pequenos produtores, mas a atividade exige planejamento e perfil adequado.

“O café é uma cultura extremamente rentável, mas é preciso entender que estamos falando de uma produção de longo prazo, como uma poupança para o pequeno produtor. Se em um assentamento alguns agricultores tiverem perfil e interesse, com as condições adequadas, é possível trabalhar com uma produtividade de cerca de 100 sacas por hectare. O importante é fazer as contas, avaliar os custos e garantir que o produtor tenha estrutura para sustentar a atividade”, explicou.

Segundo a projeção apresentada pela cooperativa, um hectare de café pode alcançar cerca de 100 sacas por ano, com potencial de gerar aproximadamente R$ 100 mil em receita bruta anual, considerando o preço estimado de R$ 1 mil por saca. Com custos anuais estimados em torno de R$ 40 mil, o produtor poderia obter até R$ 60 mil de resultado, o equivalente a uma média de R$ 5 mil por mês. Os valores, no entanto, são estimativas e dependerão da produtividade, dos custos de produção e do preço de comercialização na época da colheita. João Paulo também reforçou que a cooperativa poderá adquirir a produção dos agricultores, criando uma perspectiva de mercado para o produto.

Leia Também:  Descontos de até 95% para quitar débitos e aproveitar novos benefícios fiscais

Viabilidade antes do investimento – Antes de qualquer implantação, novas reuniões e visitas aos assentamentos serão realizadas para levantar informações sobre os produtores e as áreas disponíveis.

A equipe técnica também deverá analisar estudos de solo e outros indicadores necessários para definir onde a cultura pode apresentar melhores resultados. A orientação é evitar investimentos sem segurança técnica.

Ricardo Amorim afirmou que a prefeitura trabalha também com uma alternativa caso a cafeicultura não seja considerada viável em determinadas áreas.

“Precisamos diversificar. Se a cafeicultura não apresentar viabilidade técnica ou não houver produtores com o perfil necessário, temos um plano B. A fruticultura já apresenta experiências bem-sucedidas no município e pode receber novos investimentos. O mais importante é oferecer alternativas e criar oportunidades reais de renda para a agricultura familiar”, destacou.

“O próximo passo será aprofundar os estudos, ouvir os produtores e reunir as informações necessárias para a elaboração do projeto. A intenção é transformar a possibilidade de acesso aos recursos do MT Produtivo em uma estratégia de desenvolvimento sustentável para os pequenos produtores de Várzea Grande”, pontuou o representante da COOPLÍDER, João Paulo Moura.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA