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Prefeitura executa manilhamento para evitar alagamentos no Pedra 90

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, está realizando obras de drenagem e manilhamento no Residencial São Paulo, localizado na região do bairro Pedra 90. A intervenção visa melhorar o escoamento da água pluvial e prevenir alagamentos frequentes, especialmente durante o período chuvoso.

O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou a importância da serviço para a comunidade.

“Essa era uma demanda antiga dos moradores, e a gestão municipal está comprometida em solucionar problemas estruturais que afetam diretamente o dia a dia da população. Com a instalação dessas manilhas, vamos garantir um escoamento adequado da água, evitando transtornos e prejuízos”, afirmou.

Os serviços incluem a instalação de doze tubos de concreto, cada um com 60 cm de diâmetro e 1 metro de comprimento. Com essa nova estrutura, a água das chuvas será corretamente direcionada, impedindo o acúmulo nas ruas e proporcionando mais segurança para pedestres e motoristas. A prefeitura reforça seu compromisso com a melhoria da infraestrutura urbana e segue avançando com obras de drenagem em diversas regiões da cidade.

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#PraCegoVer
A imagem exibe um serviço de manilhamento no bairro Residencial São Paulo. No centro da foto, estão as manilhas de concreto. O solo é de terra avermelhada e, ao fundo, há vegetação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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